Portugal é grande quando abre horizontes

01
Jul 13

A saída do governo de um ministro peso-pesado é sempre um indício de crise política, em qualquer parte do mundo democrático. Nenhum primeiro-ministro gosta de ver sair da equipa alguém que tem vindo a desempenhar um papel de primeira importância. Sobretudo se a iniciativa da saída não couber ao primeiro-ministro, mas sim ao ministro em causa.

 

Quando a esse indício se junta um outro, que mostra ter havido confusão na escolha do novo titular do cargo deixado vago, fica-se com a ideia que a crise é ainda mais profunda. Por exemplo, se às 16:00 horas se anuncia “informalmente” que o novo ministro é fulano de tal e uma hora depois sai outro nome, estamos perante uma indicação clara que o nome anunciado “formalmente” é uma segunda escolha, uma espécie de nomeação de alguém que não pode dizer que não aceita, que apenas é escolhido por estar à mão de semear e porque o primeiro-ministro não quer dar a impressão de quem anda às aranhas ou a levar negas.

 

Finalmente, quando a nova cara é a de uma personalidade com esqueletos políticos escondidos no armário, então sim, isto tudo junto só mostra que o chefe já não sabe bem para que lado se deve virar.

 

É que, meus amigos, isto da governação vive muito com base nos símbolos e nos indícios que se vão deixando escapar. 

publicado por victorangelo às 21:43

O ministro caiu. Mas o fracasso da política não é dele. É do governo. O melhor: da ampla maioria que renunciando à soberania do Estado Português traí o seu Povo.
Os meus votos continuam os mesmos: Soberania e Ruptura!
Anónimo a 1 de Julho de 2013 às 23:28

O Ministro saiu hoje que é o primeiro dia do segundo semestre. Ele vai ficar sentado a assistir qual o semestre melhor, o primeiro ou o segundo?
E isso é muito preocupante.
Cumprimentos
JPS
JPS a 2 de Julho de 2013 às 00:06

twitter
Julho 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9





<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO