Portugal é grande quando abre horizontes

03
Jul 13

Soube-se hoje que o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal meteu o pé na argola, ao proibir o sobrevoo e a aterragem em Portugal do avião do presidente da Bolívia. O ministro, Paulo Portas, estava certamente distraído. Não teve presente os interesses de Portugal na América do Sul. Ao interditar estava a criar muito mais que um simples incidente diplomático. Abria a porta a uma onda de protestos e de indignação, em La Paz mas também noutras capitais da região. É que estas coisas tocam em questões de uma grande sensibilidade. São, de imediato, vistas como uma expressão da arrogância europeia e uma ofensa feita a um Chefe de Estado. Que ainda por cima é de origem indígena. O que dá a uma dimensão mais ao incidente: um laivo de racismo.

 

Ou então, se não estava distraído, estaria provavelmente mais interessado em agradar a Washington 

publicado por victorangelo às 21:53

A tudo isto não será estranho que num passado recente Paulo Portas foi condecorado pelo Governo dos Estados Unidos (no tempo de Donald Rumsfeld, então secretário de Defesa americano) no Pentágono, com a medalha ‘Distinguished Public Service Award’?
(facto que, curiosamente, não surge na biografia oficial do dito e - o que é mais grave - não surge na lista oficial de cidadãos nacionais agraciados com ordens estrangeiras)
Anónimo a 4 de Julho de 2013 às 04:12

Está a ser uma semana vergonhosa a todos os níveis. Irresponsabilidades atrás umas das outras. Uma tremenda falta de respeito para com os eleitores.
Se continuarmos com estes políticos de carreira, uns meninos que nasceram no seio dos partidos e que na realidade nada sabem fazer, estamos condenados.
A questão pertinente é: como tornar estas pessoas imputáveis dos seus actos?
VascoB. a 4 de Julho de 2013 às 16:06

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