Portugal é grande quando abre horizontes

06
Jul 13

Em matéria de teatro, acabar a peça no final do primeiro acto seria um desapontamento. Antes do intervalo, há sempre drama. Depois, cai a cortina. Volta, agora, a subir, para o acto seguinte. Ou seja, o espectáculo, para grande alívio nosso, vai continuar. É verdade que isto é um teatro de província e que, por isso, os actores são de segunda escolha. Mas mesmo assim, vale a pena ver como se vai desenrolar a segunda parte, que cenas trágicas vão ser encenadas, e que vai acontecer aos vilãos do enredo.

 

O encenador será fraco, mas será que temos meios para mais?

publicado por victorangelo às 21:26

A peça continua com fracos actores, péssimo encenador e empresário falido. A segunda parte só pode ser uma remake da primeira. Os actores arrastam-se, o encenador faz de conta, o empresário agoniza. Os vilãos vão sair, irrevogavelmente, por cima. Os únicos perdedores são os espectadores que pagaram bilhete e já abandonaram a sala. A peça só continua para uma sala quase vazia, porque alguns teimam em ficar.

Ps: o autor do guião não é nacional. Chegou a hora de dar espaço aos argumentistas nacionais.
Naçao Valente a 8 de Julho de 2013 às 16:36

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