Portugal é grande quando abre horizontes

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Out 13

Sem ter lido o “Guião” que agora foi divulgado pelo Vice-Primeiro Ministro, queria lembrar que a “reforma do Estado” é algo de profundamente ideológico. Uma reforma a sério depende inteiramente da visão que se tenha do papel do Estado num país democrático da EU na segunda década do século XXI. A discussão sobre as principais funções do Estado e as prioridades que decorrem dessas funções assenta em escolhas e as escolhas têm as suas raízes nas opções políticas.

 

Tentar apresentar a reforma do Estado como algo incontroverso é um engano. Não há nada mais complexo em matéria política. E só consegue levar avante uma reforma do Estado um poder político com grande legitimidade democrática e uma imagem popular de sucesso e de determinação.

 

Os especialistas em ziguezagues não têm condições para levar a cabo a reforma que os novos desafios requerem.

 

publicado por victorangelo às 20:54

Uma analise muito simples e lucida com a qual concordo plenamente. O que precisa de ser discutido é o papel do estado na sociedade. O que não tem sido feito nos ultimos 30 anos.
Artur Pinto a 31 de Outubro de 2013 às 11:07

Costumo de ler os seus textos, com interesse, embora às vezes, com algumas discordâncias. Mas estou totalmente de acordo com esta sucinta análise sobre a dita "reforma do Estado". Só acrescentaria que se "não existe Governo nenhum, existe é um bando de meninos" , na expressão de Lobo Antunes (Visão) como pode haver reforma do Estado?
Naçao Valente a 31 de Outubro de 2013 às 21:59

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