Portugal é grande quando abre horizontes

12
Nov 13

 A crise de liderança no Banco Espírito Santo (BES) e os resultados negativos que a maioria dos bancos portugueses tem estado a acumular em 2013 mostram a fragilidade do sector financeiro privado no nosso país. É de prever, num prazo não muito distante, uma reorganização a sério do sector. Temos bancos a mais para economia que existe. E esses bancos têm uma carteira comercial apinhada de créditos malparados, de projectos inviáveis e de empréstimos de longo prazo numa conjuntura que requer operações rápidas, fluidez e maleabilidade.

 

A fusão entre bancos é inevitável. A prazo, o panorama bancário nacional deverá estar concentrado em dois ou três bancos e pouco mais. Mesmo esses terão uma solidez relativa. Se os testes de stress do Banco Central Europeu forem feitos a sério – o que não aconteceu há dois anos – a pressão sobre a banca portuguesa será ainda maior.

 

Há medo de falar destas coisas. Mas esta é uma das questões de fundo que deveria estar no centro dos debates sobre o período pós-troika.  

publicado por victorangelo às 17:05

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