Portugal é grande quando abre horizontes

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Nov 13

Tem-se falado muito e repetidamente da imagem externa do nosso país. Muitas vezes, apenas para dizer que a imagem não é boa e que tem tendência para ir de mal a pior. Há uma espécie de prazer masoquista nessa maneira de encarar a questão. Nalguns casos, até parece uma prova de inteligência: quem fala nessas coisas acha-se mais vivo que os outros.

 

É verdade que nalguns círculos a imagem não é das melhores. Mas, no conjunto, a minha experiência e os meus contactos com círculos exteriores levam-me a dizer que existem muitos aspectos positivos associados à nossa imagem no estrangeiro.

 

 A grande maioria dos nossos emigrantes, portugueses espalhados por muitos recantos do mundo, dá provas de grande capacidade e muita aplicação ao trabalho. São, além disso, gente pacífica e respeitadora das leis das terras que os acolhem. Funcionam como um bom espelho de todos nós. Por outro lado, alguns conseguiram distinção e nome, nas áreas profissionais e artísticas em que se inserem. Temos, lá fora, excelentes cientistas, gestores, académicos, quadros de alto nível e outros. E criativos de renome.

 

Mas mais ainda. Apesar da crise e dos sacríficos dos últimos anos, os portugueses que ficaram em Portugal têm dado mostras impares de resiliência e de paciência. A mensagem que transmitem para o exterior é muito clara: não nos deixamos vencer pelas dificuldades. Ou, dito de outra maneira, estamos a demonstrar que a crise não significa perder as estribeiras e cair no caos. Há crise, procuram-se soluções!

 

E este tipo de postura é muito apreciado por quem reconhece que o país tem valor. Sim, pelos amigos estrangeiros, que continuam a ter uma imagem positiva de nós. Há que não esquecer essa realidade.

 

 

publicado por victorangelo às 17:41

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