Portugal é grande quando abre horizontes

02
Dez 13

Está em curso uma nova vaga de ataques à liderança de António José Seguro. Quem deu o sinal da abertura da caça foi Mário Soares, com a referência envenenada à percentagem de 90% de intenções de voto, que seria o patamar de apoio do eleitorado, caso a direcção do PS fosse mais dinâmica. Desde então, têm surgido várias declarações públicas, a favor e contra. Mostram, sobretudo, que temos um PS com vários centros de comando e interesses divergentes.

 

Perante isto, que deve fazer Seguro? Continuar a falar por interpostas pessoas, incluindo Vitorino e Correia de Campos, que escreve um artigo no Público de hoje que vale a pena ler?

 

Acho que não. As opiniões de gente conhecida que o apoia são importantes e devem continuar a ser expressas. Mas ele, enquanto Secretário-geral do partido, tem que vir à arena. Tem que pôr os pontos nos is e denunciar o jogo de quem está a minar a autoridade da liderança.

 

Um verdadeiro líder faria assim.

 

Fingir que não vê e que não é nada com ele não é sustentável. A prazo, esse tipo de postura acabará por lhe custar o lugar que ocupa.

 

 

 

 

publicado por victorangelo às 17:32

Criou-se a ideia de alternância entre o PSD (com sem CDS) e o PS.
Não realidade, ao longo de quase 40 anos viu-se que não ocorreu nunca nenhuma alternância.
A ideia em causa é a mentira do jogo eleitoral.
Não existe diferença alguma entre estes dois (três partidos).
Só os boys mudam.
Por isso não pode nunca ocorrer uma coligação entre o PS e um partido à sua esquerda. Seria levar o PC ou o BE para o Bundesbank, é possível?
Claro que não.
LFBT a 4 de Dezembro de 2013 às 03:17


Muito verdade, o que o meu Amigo LFBT afirma no seu comentário.

Em Bruxelas até há muita gente que anda admirada com a votação que o PCP ainda consegue, apesar de ser um "partido do passado".

Só que hoje em dia tudo está muito volátil e tudo pode acontecer numa Europa pouco unida...

Tudo...

VA

Na realidade, ao fim de quarenta anos, são todos partidos do passado.
Do CDS para a esquerda ou do BE parta a direita não vemos história do futuro, vemos só paleontologia.
Era altura de surgir ideias novas capazes de impor esse NÃO enorme ao Bundesbank.
Claro que sabemos que é quase impossível.
Mas também sabemos que a Nossa força há-de surgir de novo.
LFBT a 4 de Dezembro de 2013 às 23:21

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