Portugal é grande quando abre horizontes

02
Dez 13

Está em curso uma nova vaga de ataques à liderança de António José Seguro. Quem deu o sinal da abertura da caça foi Mário Soares, com a referência envenenada à percentagem de 90% de intenções de voto, que seria o patamar de apoio do eleitorado, caso a direcção do PS fosse mais dinâmica. Desde então, têm surgido várias declarações públicas, a favor e contra. Mostram, sobretudo, que temos um PS com vários centros de comando e interesses divergentes.

 

Perante isto, que deve fazer Seguro? Continuar a falar por interpostas pessoas, incluindo Vitorino e Correia de Campos, que escreve um artigo no Público de hoje que vale a pena ler?

 

Acho que não. As opiniões de gente conhecida que o apoia são importantes e devem continuar a ser expressas. Mas ele, enquanto Secretário-geral do partido, tem que vir à arena. Tem que pôr os pontos nos is e denunciar o jogo de quem está a minar a autoridade da liderança.

 

Um verdadeiro líder faria assim.

 

Fingir que não vê e que não é nada com ele não é sustentável. A prazo, esse tipo de postura acabará por lhe custar o lugar que ocupa.

 

 

 

 

publicado por victorangelo às 17:32

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