Portugal é grande quando abre horizontes

07
Dez 13

Quando era inexperiente, tinha ideias claras e batia-me pela revolução. Agora, depois de ter percorrido o mundo, acho que tudo é bem mais complexo do que parece.

 

É verdade que convém lutar contra a burocracia e os totalitarismos, mas sem ser preciso partir a loiça. Basta ter firmeza de caracter, paciência para manter a conversação e meia dúzia de objectivos fáceis de explicar.

 

A raiva e amargura não são boas conselheiras. Levam, tão-somente, à violência e fractura social. Puxam-nos para trás, numa altura em que muitos outros procuram acelerar para a frente. Destroem valor, quando precisamos de acrescentar riqueza.

 

São, na realidade, traços de falhanço social e indícios de que estamos a enterrar-nos numa sociedade de areias movediças.

publicado por victorangelo às 21:27

Paciência, Paciência e mais paciência....

Foi com paciência que alguma coisa mudou no mundo?

Partir a loiça também não... o pior é que já nem há loiça para partir. Foi toda vendida no OLX....

Deixemo-nos de falas mansas porque quem mora na casa é que sabe o que lá se passa!

Perdão se me excedi, mas já perdi a paciência para falinhas doces Conceição
Maria a 11 de Dezembro de 2013 às 09:12

Maria,

Tens razão ao dizer que quem mora na casa é que sabe com que linhas se coze. Às vezes, as coisas já foram longe demais, e parte-se mesmo a loiça. Depois é preciso comprar um serviço novo.

Um abraço.

VA
victorangelo a 11 de Dezembro de 2013 às 20:20

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