Portugal é grande quando abre horizontes

03
Jan 09

 

 

Jovem pastor Bororo, vestido como de costume, quando se guardam as vacas,  mas também quando  está na altura de captar uma noiva proveniente de uma família de grandes posses, em termos de gado bovino. 
 
Na sociedade Bororo, um povo nomada Fula, de um sub-grupo etnico que circula entre o Niger, o Chade, os Camaroes e a Repuublica Centro-Africana, os rapazes em idade de casar aparamentam-se e pintam-se a rigor. Depois de dancarem em frente das raparigas casadoiras, alinham-se e estas procedem à escolha dos futuros maridos, numa grande festa que reune todo o cla.
 
 

 

Cavaleiro árabe, dono de vastos rebanhos de camelos. Como todos os homens a cavalo, sabe que está acima da média.


 

 

 

 

 

Contraste com o pobre cavaleiro Bororo, senhor de uma pequena besta e vítima dos muitos conflitos com os agricultores, por cujos campos passam os seus bovinos maratonistas...

 

 

 

 

O soba do Lago, chefe de muitos chefes tradicionais, mais o chefe da polícia local.

 

 

 

O chefe da polícia é um Gorane do norte do Chade, no deserto que faz fronteira com a Líbia, nas terras frias das noites geladas do deserto sem fim.

 

 

 

O patrão da sociedade de transportes locais, homem de muitas cargas, muitos burros e pouca prata.

 

 

 

Os comerciantes vindos da fronteira com o Sahara.

 

 

 

O homem das pescas, um solitário dos céus azuis e das águas cor do além.

 

 

 

 

O Lago abre caminhos de navegação para a Nigéria, Niger e Camarões, sem contar com muitas partes do Chade Ocidental.

 

 

Fotos Copyright V. Ângelo

 

publicado por victorangelo às 22:18

CorretorEmoji

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.


twitter
Janeiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

15




subscrever feeds
<meta name=
My title page contents
mais sobre mim
pesquisar
 
links
blogs SAPO