Portugal é grande quando abre horizontes

13
Jan 09

Depois de ter passado o dia a discutir aeroportos, planos de operações e destacamentos militares, tropas e nacionalidades, as que podem ser aceites e as outras, mais os 58 camiões a cair de podre em coluna no deserto, a avançar a uma média de 15 quilómetros por hora, dois deles já deixados para trás, irreparavelmente avariados, com a comida para os refugiados a estar cada vez mais atrasada, e eu, meio falido de ideias, a perguntar 'a deusa das inspirações o que poderia ser o destaque de hoje, e a deusa a falar no medo e na insegurança em Portugal, nos multibancos que atraem os amigos do alheio, nas ruas em que não e' bom andar 'a noite, no frio que atravessa a espinha de todos os portugueses, nos professores em reflexão de Inverno, e o Cristiano a receber as honras do mundo, mas com todos os bloguistas a escrever sobre o génio da Madeira, este, o da bola, não o dos disparates calculados, nada parece importante, digno de destaque, dir-se-ia a silly season de um Janeiro que não quer entrar no ano novo.

 

Ate' a fotografia dos verdes dos trópicos, que havia sido programada para dar cor a esta prosa sem matizes nem contrastes de sol e sombra,  parece pálida demais para ser publicada.

 

Há' de facto, dias, em que os bloguistas não deveriam abrir os sapos vivos que estão sempre a engolir.

 

publicado por victorangelo às 22:25

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