Portugal é grande quando abre horizontes

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Jan 09

 

 
 
 

 

 
 
O retrato que El Pais fez, na edição de Domingo, do senhor Alberto João,  do jardim que e' a Madeira, revela muitas coisas: que  o número de funcionários públicos na Madeira e' desproporcionado e que o exagero só se justifica por razões políticas, com o fim de ganhar votos;   quem vive 'a custa do  Estado, vota pela continuidade; que as subvenções do governo central e da Comissão Europeia são excelentes meios para lançar projectos vistosos,  para conseguir eleicoes de sucesso; que o défice e a divida da região ultrapassam largamente o que e' aceitável, sendo praticamente igual ao PIB anual da Madeira; que as derrapagens orçamentais, feitas por razoes partidárias, são ilegais; e mais, e mais...

Mas revela também que o poder central, em Lisboa,  tem medo do Alberto João, não faz cumprir a lei, prefere fechar os olhos ao que se passa no arquipélago.
 
Os nossos vizinhos devem ter ficado com uma ideia pouco lisonjeira da política portuguesa.
 
Mas haja alegria, que passar uns dias de Agosto no Porto Santo da' a oportunidade, a alguns dos nossos políticos de segunda linha, de um encontro com o chefe madeirão e arranjar uns negócios, umas consultorias, uns apoios políticos. Tudo isto, enquanto se apanham banhos de Sol. Nada mal. E' o proprio da saloiada esperta.  Que sabe viver...
 
 

 

 

publicado por victorangelo às 22:08

:) por acaso, uma coisa q me impressionou foi, qd eu andava na faculdade, uma colega minha do machico (madeira) recebendo uma bolsa de 200 euros mensais dada pelo governo madeirense, vivendo à grande e à francesa lá na residencia, gastando o dinheiro em roupas e ainda sobrando, enquanto q eu e os meus colegas dos açores viviamos c a mísera bolsa do estado (5 euros mensais, uma vergonha!!), tendo médias mt superiores às dela e sendo mt melhores alunos do q ela!
enfim..
Isa_ a 28 de Janeiro de 2009 às 23:39

Acredito que se nao fosse o problema da gravidade, que acaba por ser fatal a qualquer um dos mortais, este senhor muitas mais obras faria, mesmo ate' no continente...
franciscofonseca a 29 de Janeiro de 2009 às 08:35

Alberto Jardim só existe pela cumplicidade dos governos do Contenente » que lhe pagam as extravagâncias e a falta de educação.
O mais grave é que na Madeira e nos Açores só se cumpre a lei quando dá jeito.
A Madeira e os Açores são de facto independentes e ainda pagamos.
Cumprimentos
artesaoocioso a 29 de Janeiro de 2009 às 13:13

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