Portugal é grande quando abre horizontes

28
Jun 13

Depois de Pau, no sopé dos Pirenéus franceses, uma cidade que deve parte da sua história à beleza das montanhas que definem o horizonte, um facto que não passou despercebido aos turistas ingleses de há cem anos, e de Zamora, nos confins que separam Castela de León, uma localidade que respira ainda as paixões religiosas de outrora, eis-me a circular, esta tarde, na selva do IC19.

 

A vida é, na verdade, feita de contrastes. 

publicado por victorangelo às 22:08

27
Jun 13

O meu texto na Visão de hoje:

 

http://tinyurl.com/nkqw5cq

 

Boa leitura. 

publicado por victorangelo às 19:09

03
Fev 13

Esta semana terá lugar mais uma reunião cimeira do Conselho Europeu. Deveria aprovar o orçamento 2014-2020. A informação que me chega é que tal não vai acontecer. Continua a não haver acordo.

 

Para dizer a verdade, a União Europeia parece ter desaparecido do mapa dos líderes dos estados membros, nestas primeiras semanas do novo ano. Apenas o discurso de David Cameron deu alguma projecção à EU, durante este período. Foi uma projecção negativa, reconheço, mas pelo menos colocou a Europa nos ecrãs. Por poucos dias, diga-se, que isto do projecto comunitário está numa fase que não aquece nem arrefece.

 

E o mais ridículo é que tal acontece no ano em que se procura voltar a despertar o interesse dos cidadãos pela UE.

publicado por victorangelo às 20:47

03
Jan 13

Várias vezes ouvi dizer, a grandes líderes, incluindo Nelson Mandela, que sem disciplina não há progresso.

 

Falo, claro, de disciplina num Estado democrático. E penso muitas vezes no nosso país, que é um mau exemplo em termos de respeito pelas regras estabelecidas. Somos, enquanto cidadãos, indisciplinados e negligentes.

 

Pensava nisso quando lia, há umas horas, que uma senhora que há anos matara duas mulheres no Terreiro do Paço, que atravessavam a avenida na passadeira, foi agora julgada na Relação e a pena efectiva de prisão, a que fora condenada em primeira instância, ficou suspensa. A senhora fora apanhada por um radar, instantes antes do acidente, a conduzir a 120 km/h na Baixa de Lisboa.

 

Como é tudo isto possível? Aliás, como se pode explicar que Portugal tenha uma taxa de mortalidade nas passadeiras urbanas que é incomparavelmente mais alta do que a média da Europa Ocidental?

 

Na zona onde vivo, em Bruxelas, existem três radares de controlo de velocidade, num raio de 600 metros. Num dos casos, o limite é 30 km/h. Quem for “fotografado” a 31, paga 50 Euros. Se for apanhado a 51, por esse mesmo aparelho, fica sem carta por 15 dias e tem que responder perante um juiz de paz. Ou seja, não há segredo. A disciplina aprende-se quando os sistemas de sanção funcionam. Mas, não só. A escola e a família são as verdadeiras portas de entrada para os valores de cidadania. 

publicado por victorangelo às 21:49

30
Set 12

A democracia representativa, parlamentar, precisa de ser isso mesmo, representativa. Um parlamento de autómatos a reagir às cegas às directrizes vindas das cúpulas partidárias põe a democracia em perigo. Por outro lado, as manifestações de rua, muito importantes num regime democrático, são uma maneira de demonstrar o desagrado dos que nelas participam e de outros segmentos de opinião afins. Não podem, no entanto, substituir-se à legitimidade democrática que resulta das eleições. Não estamos numa época pré-revolucionaria. Mas convém estar atento e saber ler o que a rua nos diz. 

 

 

publicado por victorangelo às 22:05

24
Set 12

Conheci hoje o ministro da Defesa da Letónia, Dr. Artis Pabriks. Tem uma excelente apresentação, o cabelo bem cortado, aspecto limpo, um ar sorridente e fala um inglês impecável. Dá a impressão de ter vistas largas. A verdade é que diz coisas que fazem sentido. Sem arrogância nem sobranceria gratuita. 

 

Tentei não o comparar com outro ministro da defesa que conheço, mas era impossível não o fazer. Atis ganhou por muitos pontos de vantagem. 

publicado por victorangelo às 19:01

21
Set 12

A Casa da Opera, no centro de Riga, estava, este serão, mais uma vez a abarrotar, para uma representação do ballet Gisela. Nestas paragens, a ópera, a dança clássica, a música erudita são actividades consideradas fundamentais para a cultura do povo. Os bilhetes de entrada são, por isso, muito acessíveis. O mais caro custava, hoje, menos de 25 euros. 

 

São também encenados com muita beleza e elegância. Que a beleza e elegância elevam o carácter dos cidadãos e fazem bem ao estado de espírito.

publicado por victorangelo às 21:04

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