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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Fechando o futuro

Diz-me quem sabe que o nível de desmobilização e de apatia entre os professores do quadro do ensino secundário oficial - note-se que falo destes, dos que estão lá de pedra e cal - é quase total. Deixam andar, demitem-se das suas responsabilidades.

 

A confirmar-se, estaremos perante mais um contributo de peso para a construção de um Portugal com pouco futuro. E para o agravamento das distorções sociais, pois quem pode pagar, sai para o privado de qualidade.

A nossa cegueira colectiva

Habituámo-nos a não ver o que nos entra pelos olhos dentro. 

 

As notas dos alunos do secundário, em disciplinas tão fundamentais como a língua portuguesa e a matemática, são um exemplo disso. As médias mostram claramente que, em Portugal, o ensino não funciona, nem os pais se preocupam, que as novas gerações não estão devidamente preparadas em áreas do saber que são fundamentais, que estamos a construir um país de gente incapaz de competir na sociedade global. Mas ninguém quer ver isso. Achamos normal. Somos um povo que deixa andar.

 

Como também não queremos ver que o péssimo funcionamento do sistema público de educação é o maior contributo para as desigualdades sociais de amanhã. Os filhos de quem ainda tem dinheiro frequentam escolas privadas de qualidade. Os outros, andam por aí, a arrastar as botas em estabelecimentos que não funcionam. Assim se constrói uma sociedade desigual. Assim se acumulam os problemas sociais.

 

Contudo, parece que não queremos ver...

Com respeito

11 de Setembro, 10 anos depois. Num dia assim, o único pensamento possível tem que ser de homenagem a todos os que então, e outros, mais perto de nós, foram vítimas da violência política cega e dos extremismos assassinos.

 

É também o momento de voltar a lembrar que o respeito pelos direitos humanos é um pilar fundamental da vida de agora. Da nossa civilização.

 

Infelizmente, esta é uma área onde muito ainda está por fazer. 

 

Qual é o espaço que o ensino obrigatório português reserva à aprendizagem dos direitos humanos?

Contra a violência

 

Durante as minhas viagens de ontem, pensei muito na tragédia daquele menino de 12 anos que, em Mirandela, se lançou às águas bravas do Rio Tua. Embora muito longe de Portugal, Mirandela, bullying nas escolas portuguesas, e o gesto desesperado do Leandro, preocuparam-me. Mais. Revoltaram-me.

 

Penso que as escolas do nosso país não têm sabido tratar da questão muito grave que é o bullying. Não é dada orientação sobre o assunto. Os políticos, por seu turno, a começar pelos diferentes ministros e secretários da Educação, não entendem, nem nunca quiseram compreender, a gravidade do problema. Como em muitas outras áreas, deixam andar. Não se sentem responsáveis. Não vêem. Não estão à altura. Temos uns políticos que voam ao nível baixinho da mediocridade. Até nesta área tão evidente, que é a violência contra as nossas crianças.

 

O bullying, e todas as formas que as praxes escolares tomam, sejam elas praticadas na adolescência ou no início da juventude, nos institutos militares, de polícia, nas universidades, e noutros locais de aprendizagem e de formação de jovens, são práticas inaceitáveis. Devem ser vistas como indicadores de um povo primitivo, sem elevação moral, velhas reminiscências de um gosto por barbaridades. Violam a dignidade da pessoa e os direitos humanos. Têm que ser proibidas. E severamente punidas.

 

Estamos no Século XXI, meus senhores e minhas senhoras.

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