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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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As fábricas de produzir vacuidade

No dia de uma nova manifestação de professores, lembrei-me que um lente da Universidade de Évora me disse, esta semana, que a maioria dos seus alunos escreve em português com erros atrás de erros e que, após ler umas linhas de um texto, é incapaz de explicar o que leu. Respondi que assim não se constrói futuro algum. O título universitário, uma vez obtido, corresponde a um diploma desvalorizado e incapaz de competir na praça global. 

 

A única vantagem de produzir diplomados assim é a de aumentar o número dos que se opõem à globalização...

Cabeçudos

É extraordinário o barulho que se tem feito à volta da supressão da tolerância de ponto do Carnaval. O que é ainda mais surpreendente é que até as velhas raposas do partido do governo atacam a matéria. 

 

Razão? Talvez por sermos um país de cabeçudos políticos. Custa-lhes, por isso, perder a sua festa padroeira. 

Polícias e confusões políticas

O governo acaba de demitir a direcção-nacional da PSP. É esta a reacção à petição da semana passada, dirão alguns. Se é, é a resposta errada. Os problemas quando existem, sobretudo numa força de segurança tão importante como a PSP, que trata da protecção dos cidadãos e da ordem pública, devem ser encarados de frente e resolvidos. 

 

Li a petição com cuidado e devo dizer que se ela peca por alguma coisa, será por ser muito respeitosa. Quanto ao resto, é verdadeira. Os problemas existentes na PSP são imensos: confusão continuada, de há muito, na orientação política da instituição, extrema pobreza de meios, falta de perspectivas de carreira, promoções emperradas, graduações absurdas, postos por preencher, diferentes tabelas salariais para pessoal em funções idênticas, e muito mais.  

 

Já a GNR tem conseguido ser tratada com mais atenção e mais respeito. Tem actualmente, por exemplo, 262 Tenentes-coronéis, enquanto a PSP tem, na categoria equivalente, 37 Intendentes. Quando as duas forças têm, no seu total, um número de elementos comparável, esta desproporção, que é um mero exemplo, faz levantar muitas questões.

De Lisboa a Juba, com fantasmas

Tenho à minha frente 17 602 palavras escritas sobre o Sul do Sudão e a região a que este novo país pertence, bem como um prazo: o primeiro draft tem que ser entregue amanhã ao Instituto norueguês que me patrocina.

 

Tendo em conta a região sobre que estou a escrever, sonho com incompetência, fragilidade e instabilidade governativa por todos os poros. Por vezes já não sei se estou a pensar em Juba ou em Lisboa.

 

Felizmente que de Lisboa, para que eu possa ver a diferença, ainda vêm boas notícias: aquele incompetente politico que já foi ministro das finanças, e que é um desastre em público, vai agora ganhar muita faísca, cada mês, a presidir um órgão com funções fantasmas, na EDP. Paga o consumidor, claro. 

 

O melhor é voltar de imediato para a África Central. Lá, os fantasmas são outros. 

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