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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

As cores das mulheres

 

Jovem a verde e castanho, as cores da beleza tranquila.

 

 

No mercado, sem pressas.

 

 

Cores mais pobres, agricultoras das hortas de areia.

 

 

Os vermelhos e azuis das vidas do dia-a-dia.

 

 

As cores da tristeza da mulher refugiada.

 

 

Fotos Copyright V. Ângelo

 

 

Começar o ano com as muitas cores das mulheres que lutam pela sobrevivência, num quotidiano hostil. As cores da força de vontade.

Raparigas da beira Lago.

 

Um beleza com um nariz ranhoso.

 

 

Moças prestes a entrar no mercado duro da realidade da vida de mulher.

 

 

O penteado da menina ao Sol.

 

 

A tristeza da menina da aldeia.

 

Fotos Copyright   V. Ângelo

 

 

Ser rapariga e' ter uma vida muito difícil pela frente. A discriminação contra as mulheres e' um facto de cada dia.

Querem ir à escola

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotos Copyright V. Ângelo

 

 

Estas crianças não têm pistolas de plástico e gostariam imenso de poder ir à escola. Com todo o respeito pelos professores. Com vontade de aprender, de ser alguém para além da miséria que as viu nascer.

 

Mas as escolas são poucas e as raparigas estão em grande desvantagem social. Fazem falta em casa, para ir buscar água, apanhar lenha, ajudar a tratar dos irmãos mais pequenos. E irão casar muito cedo, logo que os pais as possam fazer passar para a responsabilidade de outrem.

 

Sem educação não há futuro. Sem civismo não há progresso social. Sem respeito, somos apenas uns bichos falantes, uns monstros.

 

A segurança das mulheres

 

Copyright V.Ângelo

 

O Conselho de Segurança esteve reunido na Sexta-feira à tarde com mulheres como as da fotografia na sua linha de mira.

 

Ao discutir a situação no Chade e na República Centro-Africana, nas zonas fronteiriças com o Sudão (Darfur) , uma das questões mais importantes foi a protecção das mulheres e das raparigas, que continuam a ser as principais vítimas dos conflitos na região. Mesmo as mulheres que vivem em campos protegidos pelas Nações Unidas temem sair do perímetro do campo. Os riscos de rapto, violações e assaltos são elevados. 

O Conselho de Segurança deverá aprovar um certo número de medidas para que a Missão de paz da ONU nessa área de operações, a MINURCAT, possa alargar as suas capacidades de protecção e assegurar um quotidiano mais tranquilo.

 

A proposta que fiz ao Conselho -- substituir a actual presença militar Europeia (EUFOR), que termina o seu mandato a 15 de Março, por uma força das Nações Unidas de 5400 militares -- está ser discutida nas diferentes capitais dos países membros do Conselho de Segurança.

 

Esta proposta é fortemente apoiada pela França e pelos Estados Unidos, bem como pela Líbia, a potência regional nessa parte do continente africano, e pelos dois governos em causa -- o de N'Djaména e de Bangui. Mas sofre, mesmo momento, das reticências e da falta de apoio de um membro permanente. Preocupado com a escalada de custos que as operações de manutenção de paz têm acarretado nestes últimos anos -- o orçamento anual do Departamento das Operações  de Paz das Nações Unidas ronda os 8 mil milhões de dólares -- e com o facto de certas missões actualmente em curso ainda não terem conseguido reunir todas as tropas previstas, esse país julga que tem que haver muita prudência quando se trata de aprovar mais uma missão militar. Os critérios de sucesso da missão e de saída do teatro de intervenção devem estar, no seu entender, claramente definidos.  

 

Nos próximos dias terão lugar uma série de discussões entre os membros do Conselho, quer em Nova Iorque quer entre capitais. Daí resultará uma proposta de resolução que o Conselho deverá aprovar nos primeiros dias de 2009.

 

Para as mulheres nos confins das areias, o que se vai decidir nas grandes capitais é vital.

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