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Direitos e Igualdades

Hoje a escrita só pode ser de apoio ao Dia Mundial dos Direitos das Mulheres.

 

Com uma nota para lembrar que a desigualdade não acontece apenas nos países menos desenvolvidos. Verifica-se também aqui, dentro do nosso país, da nossa casa, na mente de muitos de nós. O combate pela igualdade começa, por isso, ao nosso nível. Não é preciso procurar muito longe. 

Os homens do poder...

 

Os leitores, que foram centenas, dos blogs que publiquei ontem sobre o machismo institucional, têm hoje a oportunidade de ver uma das fotografias oficiais da apresentação de votos do Governo ao Presidente da República. E notarão que as mulheres que são ministros, duas apenas, não aparecem na fotografia. Ou seja, houve novamente, ao mais alto nível, falta de sensibilidade política para uma questão que deve ser central, que é a participação das mulheres portuguesas nos órgãos de decisão do Estado. 

 

O que já fora óbvio ontem confirma-se hoje. Somos, em muitas coisas, um país que precisa de se modernizar. 

 

Talvez fosse altura de sugerir aos chefes que mirem o que se passa em Madrid...que vejam a composição do governo espanhol, do actual e do precedente...Em ambos os casos, considerados exemplares, a par dos Nórdicos, no que respeita à paridade entre os homens e as mulheres. 

Mulheres árabes

Passei o dia no Centro Ismaelita de Lisboa, um edifício construído de raiz, num estilo islâmico moderno, magnífico, mas onde, nesta altura do ano, faz um frio de rachar. Os delegados vindos dos países árabes e os participantes vindos do Norte da Europa, gelavam pelos cantos das grandes salas e corredores. Assim é Portugal no Inverno.

 

Era o primeiro dia do encontro anual do Centro Norte-Sul do Conselho da Europa, desta vez com o objectivo de tentar fazer um balanço das Primaveras Árabes. Algumas dessas “Primaveras” mais se parecem com as salas do Centro, estão a atravessar um “Inverno” rigoroso. Sobretudo quando se trata dos direitos das mulheres. Um pouco por toda a parte, a Sul do Mediterrâneo, de Marrocos ao Egipto, esses direitos estão a ser cerceados. Este é um dos desafios que não pode ser ignorado.

 

Só que alguém disse que a UE não está a ajudar. Uma delegação europeia de alto nível, que esteve recentemente na Tunísia, colocou em cima da mesa várias condições políticas. Nenhuma delas se relacionava com a defesa dos direitos das mulheres tunisinas. 

Mulheres

O papel das mulheres na luta pela democracia e pelos direitos humanos recebeu hoje um balão de oxigénio, com a atribuição do Nobel da Paz a duas africanas de renome --Ellen Johnson Sirleaf e Leymah Gbowee-- e à iemenita Tawakkul Karman. Trata-se de um reconhecimento bem merecido.

 

Duas das mulheres distinguidas são activistas comunitárias, enquanto que Sirleaf vem da elite das organizações internacionais. É um bom equilíbrio.

As mulheres e o Carnaval

 

Copyright V. Ângelo

 

 

 

Encontrei esta mulher no meio do deserto do Sahara. A sorrir, com tranquilidade. 

 

Por falar de mulheres e de desertos, lembro-me que, em breve, será comemorado o dia internacional da mulher. Este ano, ironicamente, cai na Terça-feira de Carnaval.

 

A Leslie, a mais velha das minhas filhas, partiu hoje para Bagdade. Vai organizar o dia internacional na capital do Iraque. O foco será nos direitos humanos.

 

Vale a pena ler o testemunho

Zé Cravinho, emigrante português na Holanda desde os anos 60, escreve hoje um comentário ao meu artigo da semana, na Visão, que vale a pena ler.

 

Antigo operário, poeta popular, homem de convicções, vive, aos 86 anos, agarrado ao computador, a seguir e a comentar a actualidade.

 

O testemunho que partilha connosco faz-nos pensar no muito que ainda há para fazer, aqui em Portugal, para que se aprecie as pessoas e o seu valor. Mesmo, quando já muito idosos e não tendo sido mais, na vida, do que um simples operário fabril.

 

O testemunho está disponível em http://aeiou.visao.pt/xenofobia-e-a-arma-dos-curtinhos=f568978?va=340455

A Cimeira Africana (UA)

No Continente Africano, uma mulher em cada 16 morre, na altura de dar à luz. Os riscos de vida, ligados à gravidez, são enormes. A mortalidade materna, bem como a mortalidade infantil, continuam a matar muitas mulheres e crianças africanas. Há uma correlação inversa entre o nível de desenvolvimento e estes indicadores de mortalidade.

 

Por reconhecer que esse tipo de situação não pode continuar, a União Africana fez desses dois grandes problemas sociais o tema central da sua cimeira anual, que hoje começou em Kampala, a capital do Uganda. O Presidente de Moçambique apresentou aos seus pares a experiência do seu país, que foi, em 1981, o primeiro a lançar um programa nacional de saúde materno-infantil. Tive a honra de estar à frente do escritório do FNUAP- o Fundo da ONU para as Actividades de População - que formulou e financiou esse programa.

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