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Crescemos quando abrimos horizontes

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Boas Festas virtuais

Hoje este blog fecha mais cedo. Mas não se esquece de todos os que logo à noite e amanhã estarão a trabalhar e de prevenção, de modo a tornar as festas de todos nós possíveis e seguras. É para eles que deve ir um voto muito especial de bom Natal. Depois, para todos os que têm tido a paciência de seguir este blog, nos últimos mais de cinco anos. A escrita cria uma família invisível.

 

 

 

Compras de Natal

O frenesim das compras de Natal esteve este fim-de-semana e hoje no máximo. Um amigo que está a passar a quadra em Viana do Castelo dizia-me que os centros comerciais e as lojas têm grande movimento. O editor da minha secção na Visão escrevia-me, por email, que estava com a família no rodopio das compras natalícias. Outro amigo dizia-me que até na pacata Moita anda tudo a fazer bicha nas caixas dos multibancos, para retirar o metal necessário para gastar em prendas, comidas e bebidas. Nas redes sociais, os meus contactos não falam de outra coisa.

 

Talvez não se gaste muito, pensei, mas pelo menos há azáfama e espírito positivo. Lembrei-me então dos subsídios de Natal, que este ano foram efectivamente pagos.

 

Até os capitalistas andaram nos mercados. Hoje, a banca portuguesa vendeu acções como já não o fazia há muito. Quando os capitalistas investem numa banca que até agora era dada como próxima da falência isto quer dizer que se espera que a economia volte a retomar um certo nível de crescimento.

 

Espero que assim seja.

 

De qualquer modo, tudo isto é uma boa maneira de entrar nos últimos dias que anunciam um ano novo.

Escritos religiosos

Nesta época do ano parece ser de mau gosto falar de política. Mas a verdade é que em Portugal, as elites não falam de outra coisa. Será uma obsessão, ou falta de imaginação ou apenas por considerarem que parar no pino do Inverno é uma traição à luta? 

 

Quem me pode esclarecer?

 

Entretanto, resolvi não ligar aos comentadores televisivos por uns dias. É uma espécie de higiene mental, aproveitando a quadra natalícia…Mas tive logo o azar, depois disso, de ver um mini-vídeo em que aparece aquele fulano que comenta aos Sábados a dizer que a solução é agora um novo aumento do IVA para 24%. Uma coisa temporária, acrescenta, como se não soubesse que em matéria de impostos o que é aprovado como temporário tende a ficar para a eternidade.

 

Como certos políticos, que de tão eternos que são até já fartam…

 

Se ao menos fossem como o Menino Jesus e só aparecessem uma vez por ano, na quadra própria…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia de Natal, mas diferente

Os grupos rebeldes, que iniciaram uma ofensiva armada contra o regime do Presidente François Bozizé, na República Centro-africana há umas semanas, continuam a avançar em direcção à capital, Bangui. A sobrevivência do governo está em risco.

 

Nada disto faz parte dos títulos da informação social ao nível internacional. Quem se interessa por uma terra maior do que a França, mas perdida no meio de África, com cerca de 3 milhões de habitantes?  

 

Os quadros mais seniores das Nações Unidas nesse país passaram uma boa parte do dia de Natal, hoje, reunidos, para uma análise da situação e para decidir como proteger o staff e poder, ao mesmo tempo, continuar a missão de paz de que são responsáveis.

 

Foi, para esses homens e mulheres, um Natal diferente daquele a que, por estes lados, estamos habituados. 

Com as Festas à porta

Chegámos ao período das boas festas, com muitos leitores mais preocupados com os votos de Natal e de Ano Novo do que com as complicações do quotidiano.

 

Ainda bem que assim é, que estes tempos de alívio ocupam agora o espaço das nossas atenções.

 

Nestas circunstâncias, para quê estar a falar das desgraças da incompetência dominante, quando, por outro lado, ao telefonar a um dos meus amigos o apanhei, mais a família, na Serra da Estrela, feliz e contente por ver que, apesar da crise, o hotel estava cheio e esgotado. 

Sem reticências, umas boas festas

Fim de tarde, com a febre do Natal a agitar as massas...É curioso assistir à globalização do Natal. Mais por causa daquele velhote vestido de vermelho...O velhote traz prendas, surpresas bem embaladas, promete momentos felizes...O menino nascido numa manjedoura perdida algures num canto da história de outrora, faz lembrar pobreza e frio. Não será a melhor lembrança...

 

 

No dia da vida

No dia de Natal, altura em que se celebra a vida, a única mensagem possível terá que ser de optimismo. O que não é fácil, num momento de grandes incertezas, para muitos. Incerteza e optimismo são sentimentos que não gostam de andar juntos.

Comes e bebes

Nos centros comerciais da Europa mais rica, em vésperas de Natal, os corredores estão cheios, gente a passear ou, talvez, apenas, quem pode adivinhar, sem saber o que comprar. O contraste com o movimento nas lojas é grande, há poucos clientes, estando algumas, verdadeiramente, às moscas.

 

Um clima frouxo, num Inverno frio. Receios, numa atmosfera cinzenta.

 

As pessoas cortam-se. Não sabem bem o que 2011 vai trazer.

 

Os únicos comércios que não se queixam são os dos comes e bebes, mas apenas os que oferecem preços em conta.

 

É um Natal de incertezas.

 

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