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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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A relevância da acção cívica organizada

No meu blog em inglês, escrevo hoje, de modo breve, sobre os movimentos de cidadania. Procuro resumir a análise a três pontos: a importância desses movimentos em termos de câmbio social; o uso das plataformas sociais e da comunicação social convencional; e as razões que explicam os sucessos que certos movimentos obtiveram.

O blog está disponível aqui:

https://victorangeloviews.blogspot.com/2019/07/the-critical-importance-of-civic.html

Os cidadãos e as suas queixas

Nesta coisa da opinião pública, há quem critique os que se lamentam. E rematam, dizendo que essas pessoas deveriam, isso sim, ter uma postura positiva e propor soluções.

Discordo dessas críticas. Queixar-se faz parte da vida em sociedade. É uma manifestação de desagrado, senão mesmo de desespero e de revolta. As redes sociais desempenham, então, um papel importante de veículo dessas frustrações. Ainda bem que existem.

Civismo e falta de liderança

No meu país ideal não há lugar para as faltas de civismo e a desobediência às regras. Como também não há espaço para que um dirigente político de primeira linha possa dizer alto e bom som que a norma no seu partido é a de não ultrapassar a velocidade de 139 km/hora.

25 de Abril

Depois de um dia a viajar, aqui deixo a minha saudação relativa ao 25 de Abril. 45 anos depois, ontem como hoje, o que conta é que cada um se sinta livre, sem medo. Que cada cidadão saiba que vale a pena emitir uma opinião, com bom senso, construtiva, no respeito por todos, sem medo de se ser apelidado disto ou daquilo.

E isto é válido para todos os quadrantes políticos, excepto, claro, para os extremistas racistas, violentos e intolerantes.

A Catedral de Notre-Dame como um símbolo

A grande lição que tiro da maneira como muitos responderam, em França, ao incêndio da catedral de Notre-Dame é clara. Mostra-me a importância da história, dos valores e dos símbolos que definem a identidade de um povo. Não é uma questão religiosa, nem um menosprezo pelas dificuldades da vida que muitos enfrentam.

A nova geração

Esta semana, a minha neta chegou aos nove anos. Recebeu como prenda de aniversário um laptop a sério. Trabalha com um computador com mais destreza do que muitos adultos. E agora pratica escrever com os olhos vendados. Já conhece o teclado quase todo de cor.

Esta é a nova geração. Mas não é uma geração de computadores apenas. Também lê livros, gosta de equilibrar o ecrã com o papel. E a regra é que uma vez o livro é em francês, na vez seguinte, em inglês. Tem que ser, por razões pessoais e de circunstâncias. Mais ainda. Estas férias descobriu que muitas das palavras escritas em português não são muito diferentes do francês.

Jornais com sucesso

A imprensa escrita de qualidade, a que representa os chamados jornais de referência, tem que dar mais atenção à produção de textos curtos, incisivos e divertidos, curiosos. Nestes tempos de abundância de fontes de informação, poucos leitores estarão dispostos a ler uma página inteira de opinião, uma arenga espanta-paciência. Sobretudo, quando a maioria das frases se referem a factos conhecidos e não passam de amontoados de palavras que servem apenas para encher o espaço disponível.

 

A questão do estatuto social

Quando estive recentemente com o meu amigo Beto, mostrou-se preocupado – ou seria apenas curiosidade? – com o meu estatuto social actual, por comparação com o que eu fora no passado. Queria saber se a minha pequenez pública actual não me preocupava.

Essa do estatuto social, respondi-lhe eu, vem e vai, como a Primavera. Que mais poderia ter dito?

O definhamento da imprensa escrita

Estima-se que apenas pouco mais do que 10% da população adulta francesa leia um jornal diário. E uma boa parte dessas pessoas fá-lo pela internet, sem qualquer tipo de contacto com o papel. A maioria informa-se através da televisão, ou então, ao ouvir as rádios, nas suas viaturas, enquanto se desloca na prossecução dos seus afazeres quotidianos. Porém, na verdade, a televisão é que conta.

Estas constatações obrigam a uma interrogação muito séria sobre o futuro da imprensa escrita. E não apenas em França, onde um jornal de referência como Le Monde está endividado até ao nariz, mas também em Portugal e noutros países.

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