Portugal é grande quando abre horizontes

23
Ago 12

Passei uma boa parte do dia no termo de Évora, do lado das quintas do Louredo e de Nossa Senhora dos Aflitos, onde estão as minhas raízes maternas e onde os quinteiros são gente da terra, vidas simples, gerações e gerações a viver dos mesmos solos cansados e secos. É verdade que hoje os que ficam ainda agarrados à terra são os mais velhos, dos setenta para cima. Os outros vivem nas quintas e trabalham, como podem, na cidade. Os mais jovens, vão à Universidade de Évora e depois vagueiam no desemprego. Mas todos são gente de coração grande e de gostos modestos, que vivem com o que têm. Estar com eles é voltar a ler o livro de um país generoso e moderado. E pensar que os nossos dirigentes políticos não têm nem vontade nem saber para puxar este povo para a frente.  

 

publicado por victorangelo às 21:46

09
Ago 12

Lisboa cheira a sardinhas assadas. 

 

Claro que é um exagero dizer isso. Mas, nalguns cantos da cidade, é mesmo assim. 

 

Há quem goste e há quem ache estranho. A vida é mesmo assim. 

 

 

publicado por victorangelo às 22:04
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11
Jul 10

O Domingo começara mal. Com preocupações. Mas acabou bem, incluindo a vitória da Espanha, no Mundial da bola e da mediatização. Com vizinhos assim, é bom ser Português.

 

Terminou, deste modo, o tempo do futebol. Poderia ser mau para os que nos governam, pois passa a haver mais tempo para pensar na vida. Felizmente que o calendário das férias e das praias vai manter as mentes ocupadas durante umas semanas mais.

 

Depois se verá. A arte da política é a de saber adiar os problemas.

publicado por victorangelo às 23:23

09
Ago 09

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Muitos dos mais activos bloguistas estão de papo para o ar, a apanhar o Sol das férias. A mesma coisa se passa com os leitores, que têm o hábito de percorrer as nuvens da blogosfera. Estão a banhos.

 

Eu gostaria de estar na varanda da minha casa, a ver passar os cruzeiros.

 

Mas as vistas por agora são outras. Crises, insegurança, e estações das chuvas fracas, que anunciam um período seco muito difícil. As minhas areias não conduzem à praia. Levam às tempestades que nos cegam.

publicado por victorangelo às 10:43

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