Portugal é grande quando abre horizontes

06
Mai 14

Alguém observava hoje que o meu blog anda relativamente silencioso em relação à actualidade política portuguesa. A verdade é que a realidade política portuguesa, o que se diz, escreve e pronuncia, está um bocado nas ruas da amargura. É deprimente, por várias razões: pela incompetência, pela falta de sentido de Estado, pelo espírito destrutivo que a anima, pela corrupção moral e amiguismos que a definem, e pela falta de perspectivas em relação ao futuro. É, para mais, uma visão burocrática da sociedade, que não partilho. Uma visão que se sente mais segura na evocação romântica do passado, criando uma narrativa histórica que não corresponde ao que de facto se passou, do que na imaginação de um futuro melhor e mais ousado para todos os portugueses. É ima maneira de ver rural, à antiga, num mundo que em mudança constante.

 

Por tudo isto, e também por andar mais por outros horizontes que não os de Cascais ou da Foz do Douro, tenho sentido uma certa relutância em entrar numa seara que sendo de todos nós, nos é, a quem quer bem a este povo, muito estranha.

 

 

publicado por victorangelo às 21:58

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