Portugal é grande quando abre horizontes

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Fev 16

A minha amiga Faranaz Keshavjee publicou na Visão um texto inteligente sobre os “mitos” que existem à volta do Islão. Faranaz é uma portuguesa, igual a todos nós. Tem um nível educacional acima da média. É de confissão religiosa muçulmana, por razões pessoais e também por motivos das suas raízes familiares. E aproveita os conhecimentos que tem da sociedade portuguesa e da sua religião para nos esclarecer sobre o Islão. Faz bem. Precisamos de ter uma narrativa serena sobre o assunto. Ajuda a evitar os preconceitos.

Os comentários ao seu texto são, todavia, pouco serenos. Não são muitos, que em geral os textos que aparecem no online da Visão não suscitam reacções em grande número, mas são violentos. Era de esperar. Há por aí muita ideia confusa sobre a questão. Por isso é que textos como o que escreveu são úteis. É preciso continuar a esclarecer. E a explicar que a religião é, ao fim e ao cabo, uma escolha pessoal, uma daquelas decisões que fazem parte da lista das liberdades individuais. Cada um tem a sua, ou não tem nenhuma. E vive com o que tem, em paz e deixando os outros em paz, igualmente.

publicado por victorangelo às 21:23

Meu caro. Ela só faz o que o islam sempre fez. Enganar-se a si própria e tentar enganar os outros. Porque em verdade, no islam só é válido aquilo que está escrito no corão . Muçus podem falar falar mas não vão escrever no corão o que dizem, logo o que dizem não pode ser fonte de doutrina, mas serve como fonte de enganos e nada mais. Repare que a conversa dos muçus vai sempre no sentido de desculpar o islam e os muçulmanos e sempre no sentido de culpar os outros. Isto por pior que o islam se revele e por melhor que os outros façam.
Fique bem, fique com a verdade
CS a 28 de Fevereiro de 2016 às 23:45

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