Portugal é grande quando abre horizontes

21
Mar 14

Sabendo que sou emigrante há dezenas de anos, o meu banco português enviou-me uma lista das casas e outros imóveis que tem à venda. No entender deles, quem está no estrangeiro há tanto tempo deve estar com imensas saudades e ter, ao mesmo tempo, dinheiro suficiente para comprar um bem no país natal. É uma hipótese de trabalho como qualquer outra. Terá, por isso, o seu fundamento. Só que os bens disponíveis eram esteticamente de um gosto muito discutível mas acima de tudo, com preços bem superiores ao que seria de esperar. Falo dos preços mais altos. Elevados, mas sem qualquer correspondência com a qualidade da construção, os materiais empregues, o tipo de ambiente circundante. A esses preços compra-se melhor e de mais qualidade noutros sítios da Europa.

 

Há aqui algo que não entendo. Como também não percebo a razão que levou o meu banco português a emprestar dinheiro a quem comprou em primeira mão esses imóveis ou a quem os mandou construir. Quem financia nabos como se fossem espargos não sabe o que anda a fazer.

 

 

 

publicado por victorangelo às 20:20

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