Portugal é grande quando abre horizontes

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Out 15

O Presidente da República, ao indigitar como primeiro-ministro o líder do partido com maior número de deputados, tomou a decisão mais previsível, neste momento em que ainda não há acordo de legislatura entre o Partido Socialista e os outros partidos.


Foi, no entanto, mais longe, ao dizer claramente que os dois partidos que estão a negociar com o PS são estruturalmente contra alguns dos tratados fundamentais de que Portugal é subscritor. Esta afirmação deixa entender que só muito dificilmente viria a dar posse a um governo cuja base de sustentação dependesse de modo definitivo do apoio continuado desses partidos.


Estamos, assim, perante uma posição muito categórica que poderá, em breve, ser um sapo gigante que terá que ser engolido.

publicado por victorangelo às 20:58

Foi uma clara tentativa de encostar o PS à esquerda, alimentando algum sonho vago de poder. E nisto o PS só sai a perder, é óbvio.

Parece-me que esta manobra levou tempo excessivo, quase no limiar de prejuízo nacional.
VascoB. a 22 de Outubro de 2015 às 21:42

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