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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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O debate entre a vida e a economia

Começou o debate que muitos temem: como encontrar a mancha de equilíbrio entre a luta contra a pandemia da Covid-19 e a preservação da economia? Estas são as duas grandes equações do momento.

A pandemia ameaça a vida de muitos. Quem sabe dessas coisas de surtos epidémicos diz-me que este ainda tem muita dimensão que permanece desconhecida. Pode evoluir num sentido ou no outro, segundo as oportunidades de contágio. Enquanto não houver vacina – uma perspectiva para 2021, dificilmente antes – teremos que recorrer ao distanciamento social e ao isolamento, para que o flagelo não se transforme numa calamidade geral.

Ora, tudo isso tem um impacto vastíssimo na economia. Sobretudo em certos sectores, que estão completamente paralisados e não têm perspectivas de recuperação visíveis no horizonte. Sem produção e sem comércio, sem rendimentos nem emprego, com os sistemas sociais a rebentar por todas as costuras, que modo de vida nos espera, durante um tempo relativamente longo? Como sobreviver numa economia de mercado, em que não há nem mercado nem dinheiro?

Trata-se de escolher perante um desafio que não tem paralelo na história da humanidade. Não se pode comparar à gripe de 1918 ou a outras epidemias, por um razão muito simples: o mundo é hoje, para estas coisas, uma simples aldeia, em que todos são vizinhos de todos.

Para mim, a opção primeira e absoluta é a da saúde pública. A vida de cada pessoa é um bem único, insubstituível. Deve ser preservada a todo o custo. Uma mobilização extrema de meios de combate à pandemia poderá fazer baixar a curva. É essencial. Mas não resolverá o risco. Para tratar do risco, a cooperação internacional em matéria de investigação laboratorial e de testes é fundamental. É preciso insistir nesta matéria da cooperação. Tem que se constituir uma aliança mundial que faça avançar a pesquisa a passos de gigante. Essa deveria ser umas das mensagens mais salientes que a OMS deveria repetir a todo o momento.

A economia tem que ser aberta aos poucos. Existem vários sectores que agora estão encerrados que poderiam ser autorizados. Voltarei ao assunto.

Os criminosos que mandam na Volkswagen

A fraude massiva da Volkswagen, que procurou enganar os sistemas de controlo da poluição automóvel, fez perder hoje, aos mercados mundiais, dezenas de milhares de milhões de euros. Foi um impacto do tipo avalanche. A credibilidade das grandes firmas de construção de automóveis, a começar pelas firmas alemãs, ficou, para já de pantanas. E isso arrastou os mercados para perdas enormes. Quando um gigante como a Volkswagen se mete em falcatruas, muitos outros levam por tabela.


Há aqui um problema imenso de moralidade, de ética. Também de prestígio nacional, que desta vez puxou a indústria alemã para as ruas da ignomínia. Sem esquecer que há igualmente um problema de responsabilidade, incluindo na área criminal. Houve leis e normas que foram maliciosamente, deliberadamente, violadas.


Veremos quantos cabeças vão cair. Se caírem, que nestas coisas das multinacionais, as multidões de advogados assalariados conseguem transformar crimes em multas. É uma espécie de milagre que escapa ao comum dos mortais.

 

Ao que isto chegou

Dizem-me que gente importante, a trabalhar em sítios onde há efectivamente poder, faz chamadas para os jornais que têm influência, com ameaças e insinuações sobre o que poderá vir a acontecer à carreira de certos jornalistas, se eles teimarem em ser independentes. Essas chamadas servem também para contar mentiras sobre outras personalidades públicas, para lançar veneno e tentar abater adversários. 

O derrame do conflito

Na Visão, publico um texto sobre a BP, o derrame de petróleo no Golfo do México, as repercussões políticas, domésticas e externas, desta crise, partilho uma experiência de trabalho com as grandes multinacionais do petróleo, até falo mesmo de futebol...

 

O artigo está disponível no sítio da revista:

 

http://aeiou.visao.pt/para-desempatar=f562542

 

Agradeço a leitura e os comentários.

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