Portugal é grande quando abre horizontes

05
Out 09

 

Um dia de Outono, em Lisboa, nestes 99 aniversários da República.

 

O cinzento do comentário maldoso foi da autoria do Chefe Primeiro, que espetou uma farpa azeda no homem de Belém, ao dizer que a tradição exige que se vá aos Paços do Concelho, quando se comemora a implantação.

 

Os políticos grandes têm grandeza de espírito. Os boxistas da política, por seu lado, tentam aproveitar todas as oportunidades para dar uns murros. O povo, por sua vez, confunde murros com agilidade e argúcia. Gosta do espectáculo da porrada. Apoia.

 

Estamos no mau tempo de uma maralhada pequenina. Ou, como diria o outro, há tempestade no Mar da Palha.

publicado por victorangelo às 20:00

02
Set 09

 

O candidato preparou-se bem --em política, a preparação é meio caminho andado-- e deu uma boa entrevista. Apareceu manso e humano. Uma nova imagem.

 

Os que dizem que o homem estava a representar esquecem-se que a política é teatro. O público sabe que é espectáculo, mas gosta.

 

publicado por victorangelo às 21:40

11
Abr 09

 

Copyright V. Ângelo

 

Em tempos de Páscoa, é bom esquecer a política. É que a política, tal como a praticamos nesta terra, precisa de pausas sanitárias, de vez em quando. Sobretudo quando o país está de dar em doido.

 

Pausa. Que viva o sonho das cores que alimentam a esperança.

publicado por victorangelo às 18:44

06
Mar 09

 

Certos dirigentes da coisa política têm tendência para confundir movimento com liderança. Pensam que por se mexerem muito estão a marcar a agenda. Confundem agitação e frenesim com dinamismo e resultados. Protagonismo com uma linha de actuação clara. A tudo isso, acrescentam uma garganta cheia de voz grossa, para que se confunda ruído com autoridade.
 
São uns verdadeiros bonecos animados.
 
publicado por victorangelo às 21:33

27
Fev 09

 

Em Portugal, começou hoje o XVI Congresso do PS. Com os repórteres a perguntar se o alegre destes tempos, e poeta de sempre, estaria ou não presente, como um espinho em Espinho.
 
E falou a Senhora Chefe do PSD sobre as habituais coisas sem importância, mas com aquele ar zangado de quem esta' a ser confrontado com o anunciado fim do mundo.  E com um estilo que faz inveja a um cangalheiro profissional.
 
Houve mais sobre o Freeport, com três senhores da judiciária a dizer que o processo que não andou quase nada em quatro anos de investigação afinal fartou-se de andar. Deve ter sido um movimento do tipo parado, para não fazer enjoar o Chefe.
 
Por aqui, e' tudo mais simples. Por volta das cinco da tarde levantou-se um pó fino -- não o Fino a quem a Caixa Geral de Depósitos gosta de fazer favores-- que fechou os céus e nos entrou na boca, no nariz, nos secou a respiração e deixou a língua a saber a sujo. Uma irritação.
 
Felizmente que houve, ao cair da noite, a bela festa de condecoração dos 18 oficiais de polícia de Madagascar que comigo trabalham. Apresentaram-se no seu melhor uniforme, explicaram-nos um pouco da vida da ilha, com orgulho e esperança que a crise política actual se resolva rapidamente.  Um deles tem um apelido com mais de trinta letras. Foi um divertimento amistoso tentar pronunciar esse nome de família.
 
 
publicado por victorangelo às 22:06

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