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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Os grandes desafios globais

A agência de noticias Reuters lançou um inquérito internacional sobre “o desafio global mais urgente” que deveria ser tratado no encontro de Davos deste ano. Participaram nesta iniciativa mais de 300 mil pessoas.

As respostas estavam condicionadas em virtude da pergunta só permitir uma escolha entre quatro grandes desafios, excluindo assim outros que considero igualmente importantes, como, por exemplo, os relacionados com a pobreza, o desemprego, a Inteligência Artificial, a gestão das megacidades ou ainda a questão dos direitos humanos, agora que vários autocratas estão no poder. Sem falar, claro, do populismo.

Os quatro desafios seleccionados pela Reuters tinham que ver com o clima, o comércio, a habitação e a desigualdade do género.

As alterações climáticas parecem ser o problema mais sério e urgente para 62% dos que responderam. O comércio internacional, que inclui os conflitos comerciais em curso, ficou em segundo lugar, mas apenas com 19% das respostas. Seguiram-se o acesso a uma habitação condigna (12%) e a questão da desigualdade entre os homens e as mulheres, com 7% das respostas.

Se fosse forçado a escolher, qual seria a resposta, de entre as quatro opções em cima da mesa?

 

A UE comentada em Macau

Contínuo, todas as semanas, a fazer comentários sobre a Europa para os ouvintes da Rádio TDM de Macau.

Os da semana que agora findou podem ser ouvidos através do link que aqui deixo.

http://portugues.tdm.com.mo/radio/play_audio.php?ref=9816

Natal e Davos

Antes de fechar as portas por motivos de Natal, tentei hoje entender o que irá ser discutido no Fórum Económico de Davos, a partir de 17 de janeiro.

Como é sabido, Davos atrai, cada ano, uma boa parte da elite política, financeira, económica e académica mundial. Nesta próxima edição, vai ter como estrela o presidente da China, Xi Jinping. O que é significativo: a liderança chinesa quer posicionar-se na linha da frente no que respeita aos grandes debates económicos e sociais sobre o futuro.

O que que me faz voltar à questão da agenda.

E a verdade é que não entendo bem onde se quer chegar com o programa proposto. Os temas são abstractos, pouco claros, cheios de palavras grandiosas, enfim, uma maneira de falar que ninguém entende. Ora, isto para quem se diz preocupado com a distância que continua a aumentar entre as elites e os cidadãos…

A conversa da agenda mostra bem esse fosso. E não irá certamente contribuir para o lançamento de pontes entre ambos os lados.

Pena, porque a questão das elites é uma das grandes interrogações que precisa de ser debatida com urgência. Como Donald Trump e outros do género nos lembram diariamente.

Enfim, vamos, para já, fechar para as festas. Um bom Natal a todos.

Depois de Davos, vamos a Nova Iorque

Faço hoje, num texto na Visão, o balanço da reunião de Davos deste ano e a ligação entre o que aí se disse e a eleição do futuro Secretário-Geral da ONU.

O texto tem o título: "De Davos a Nova Iorque".

Quem quiser ter a bondade de me ler, pode abrir a página on-line da Visão ou seguir este link:

http://bit.ly/1NaHzyA

Davos sem Merkel

Angela Merkel anulou a sua participação no Fórum Económico Mundial de Davos, que tem lugar na próxima semana. Acha que não se deve ausentar de Berlim, nos próximos tempos.

No meu entender, a decisão mostra que a Chanceler se encontra debaixo de uma pressão política interna de grande amplitude. Os acontecimentos de Colónia, os que ocorreram na noite de passagem do ano, são graves e Merkel antevê que as ondas de choque se intensifiquem nos próximos dias. Existe mesmo o risco que a sua liderança possa ser posto em causa, no interior do seu partido.

De qualquer modo, é muito provável que decisões importantes tenham que ser tomadas, no que respeita à política imigratória e à aceitação de refugiados. Mais ainda, a opinião pública está dividida e de certo modo confundida com o desenrolar das notícias sobre os acontecimentos. Merkel tem que ser vista no seu posto de comando e não nas neves luxuosas e elitistas de Davos.

 

Falar sobre o emprego

No dia em que começa o encontro anual de Davos – que continua a atrair, de modo surpreendente, um bom número de poderosos actores políticos e económicos – e na véspera de uma decisão marcante que o Banco Central Europeu deverá anunciar amanhã à hora do almoço, parece-me essencial voltar a lembrar a importância das políticas que promovam o emprego e a capacidade de empreendimento dos cidadãos. Não cabe aos Estados nem aos banqueiros empregar as pessoas. Mas têm a responsabilidade de criar um quadro económico, legal e securitário que seja favorável à criação de emprego e de oportunidades.

Também me parece necessário escrever sobre o emprego numa altura em que a maioria das atenções anda concentrada em questões de segurança pública. Claro que a segurança e a ordem interna são matérias de grande relevância. Não podem, porém, ocupar todo o espaço de debate e de preocupação. As pessoas precisam de se sentir seguras, é verdade, mas também de terem acesso às oportunidades económicas que lhes permitam viver uma vida digna.

Cuidado com a iniciativa europeia de Cameron

O meu texto da Visão desta semana foi publicado on-line com o título "Davos, Cameron e a tempestade conservadora". A determinada altura escrevo o seguinte:

Um dos raros momentos com interesse foi a comunicação de David Cameron. Veio na continuação do discurso do dia anterior, sobre a posição do Reino Unido em relação à União Europeia. Cuidado! Sou dos que defendem que Cameron e os ingleses são para levar a sério. Muitos comentadores frisaram que a posição de Cameron, incluindo a promessa de um referendo em 2017, tem como objectivo apaziguar a ala mais nacionalista do Partido Conservador e unir o partido sob a sua liderança. Essa pode ter sido a intenção inicial. Mas é apenas uma parte da realidade. 


O artigo está disponível no site: 

 

http://visao.sapo.pt/davos-cameron-e-a-tempestade-conservadora=f709985

 

Boa leitura. 

Líderes fracos fazem fraca a forte gente

O encontro anual de Davos, na Suíça, começou hoje. A reuniao deste ano atraiu cerca de 1500 líderes do sector privado mundial e mais ou menos 50 chefes de Estado e de Governo. Como se tornou hábito, estar em Davos, no Forum Económico, é sinónimo de poder. É a grande feira do networking.


Desta vez, a mensagem no dia de abertura foi bem clara: as populações, nos vários cantos do mundo, perderam a confiança nos líderes da política e dos negócios. Um inquérito realizado em 26 países mostra que apenas 15% dos entrevistados acreditam na liderança política actual e 26% nos grandes homens de negócios. Pior ainda, quando se fala das regras de conduta moral: apenas 19% consideram que os líderes das grandes empresas seguem princípios éticos. Quando se trata de políticos, só 14% acreditam que as decisões políticas respeitam as normas éticas. De um modo geral, os inquiridos pensam que os líderes, quer da política quer da economia, não estão a conseguir resolver os desafios de agora. 

 

Ou seja, estamos perante sérios problemas de liderança. Dizer que é preciso reconquistar a confiança é muito vago e não resolve nada. Com gente sem estofo à cabeça das instituições, como se consegue restaurar a confiança? A verdadeira questão é a que procura saber quais são as razões para uma crise tão aguda ao nível das lideranças. Dito de outra maneira, por que motivo apenas os fracos e oportunistas chegam a posições de liderança? Essa é a questão.

 

Davos e o Norte de África

Abordo, hoje, na Visão, a luta pela dignidade e pela democracia, que está a ter lugar no Norte de África e no Iémen. Faço, ao mesmo tempo, a ligação com a reunião anual de Davos, que ontem abriu as suas portas aos grandes e poderosos deste mundo.

 

Davos queria discutir o aparecimento de novos centros de poder. Só que os acontecimentos de agora tornam urgente discutir o poder quando a rua diz basta.

 

Davos pensava analisar as novas dinâmicas da geopolítica, com a crise da Europa como pano de fundo, bem como a emergência de novas potências regionais. As populações da Tunísia, da Argélia, do Egipto e do Iémen estão a transformar as relações políticas com o mundo árabe. Esse também é um novo arranjo da geopolítica, numa região que se encontra às portas da Europa. 

 

O texto está disponível no sítio:    http://aeiou.visao.pt/dos-alpes-para-baixo=f587604

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