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Crescemos quando abrimos horizontes

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Parar a política da destruição

https://www.dn.pt/opiniao/colocar-os-pontos-nos-is-15413373.html

Este é o link para o meu escrito de hoje no Diário de Notícias. Estamos muito longe de se poder iniciar um processo de negociações. O falado encontro entre Joe Biden e Vladimir Putin é uma miragem política. Não existe um mínimo de condições que possa servir de ponto de partida comum. Putin está convencido que vai vencer a resistência ucraniana e a paciência ocidental. A sua táctica é a da destruição. A destruição leva, na sua maneira de ver, à rendição. 

Cito o último parágrafo do meu texto. 

"Não vejo a atual direção russa pronta para se retirar dos territórios ocupados. Tem de ser expulsa ou convencida a sair. E para isso, a Ucrânia precisa de todo o apoio possível e da assistência de uma coligação de países aliados. Não cabe à NATO organizar uma coligação dessas. Mas alguns dos seus Estados-membros devem começar a falar dessa possibilidade, fora do quadro da Aliança Atlântica. E dar um prazo a Putin para que cesse as hostilidades. Esta agressão deve ser transformada numa oportunidade para definir uma nova arquitetura de segurança na Europa."

Armas nucleares e híbridas

https://www.dn.pt/opiniao/putin-as-armas-nucleares-e-o-futuro-da-paz-15251047.html

Este é o link para a minha crónica de hoje no Diário de Notícias. Cito, de seguida, umas linhas desse meu texto. 

"Mais ainda, escrevi que se fosse disparado um primeiro tiro, por muito tático, local e limitado que fosse, seria sempre o ponto de partida para uma grande guerra.

Assim continuo a pensar e julgo que estou na mesma onda de pensamento de Vladimir Putin. Dito de modo mais claro, não creio que, neste momento, o presidente russo esteja pronto para recorrer ao armamento nuclear, mesmo quando faz cara de mau e jura que não é bluff. Sublinho, note-se, neste momento."

Uma nota especial, numa página Especial do DN

Hoje, no Diário de Notícias, num Especial, na página 21, escrevo o que se segue.

"A minha Mãe aprendeu a escrever e a ler graças ao Diário de Notícias. Nasceu e foi criada na cintura das pequenas quintas que, nos arredores de Évora, alimentavam a cidade. Há noventa e poucos anos, Évora era em geral pobre e as gentes das quintas eram ainda mais pobres. As famílias tinham muitos filhos e cada um trabalhava no campo, para ajudar a precária economia doméstica. Ainda menina de tenra idade, ficou com o encargo de pastorear os perus que acabariam no mercado. Teria oito ou nove anos quando viu pela primeira vez umas páginas do DN, que um irmão mais velho trouxera da cidade. Com uma vara, começou a copiar e a juntar as letras, rabiscando-as no chão por onde os perus vagueavam. Pouco a pouco, aprendeu a escrever. Só depois se apercebeu do significado de cada letra e a mágica ligação entre elas, a leitura. E sempre que alguém ia à cidade, pedia-lhe que trouxesse pelo menos uma página do DN, fosse de que dia fosse." 

A minha resposta à pergunta sobre as alterações climáticas (10)

O combate às alterações climáticas está a ser feito de forma sincera pelos diferentes países, ou os interesses nacionais sobrepõem-se mesmo quando a ameaça é global?

Não podemos ter ilusões. As grandes questões internacionais, mesmo as mais prementes como é o caso do combate às alterações climáticas, são sempre vistas pelos políticos a partir do prisma nacional. Os políticos nunca se esquecem que são eleitos pelos seus concidadãos e não pelas grandes assembleias globais que se reúnem aqui e acolá para discutir temas de impacto mundial. Apesar disso, penso que existe uma crescente pressão nacional, em muitos países, e na arena internacional também, para que as questões do ambiente e do clima façam parte das agendas nacionais e globais. Os movimentos de cidadania, com um notável papel desempenhado pelos jovens, os poderes ao nível municipal e local, as grandes empresas e certos partidos políticos têm feito avançar a ação climática. A COP26 correu melhor do que era esperado. Mas há sobretudo que acelerar o passo e continuar, quotidianamente, a insistir na urgência de um novo tipo de energias e de uma relação mais equilibrada entre a economia e a natureza.

A entrevista que dei ao DN (1)

1.Surpreendeu-o o primeiro ano de Joe Biden como presidente? Nota francas diferenças na política externa americana em relação a Donald Trump?

No geral, este primeiro ano da presidência Biden foi positivo, também na área da política externa. Sobretudo para quem olha para Washington a partir da União Europeia. A frequência dos encontros entre responsáveis americanos e europeus aumentou significativamente. E de modo construtivo.

Mas também houve alguns erros, que deixaram marcas profundas. O mais grave: a maneira da retirada do Afeganistão, decidida e executada unilateralmente pela administração Biden, sem consultas políticas nem coordenação operacional com os dirigentes europeus.

A afronta à França pelo arranjo trilateral entre os EUA, a Austrália e o Reino Unido, foi outro mau exemplo. Levou à anulação de um contrato de cerca de 55 mil milhões de euros em submarinos que os franceses deveriam ter construído e à subalternização da França na cena do Indo-Pacífico. Esse tipo de erros não se esquecem facilmente. Joe Biden não esteve atento e foi ligeiro, apesar da sua experiência política.

Comparando com Donald Trump, é evidente que a política externa americana aparece agora mais coerente e previsível. Mas, na realidade, pouco mudou. Por exemplo, Joe Biden deveria prestar mais atenção à América Central. Na minha ótica, as maiores ameaças externas à estabilidade dos EUA provêm dessa região: migrações em massa, desespero humano, drogas, insegurança, violência, corrupção política, tudo isso tem um potencial explosivo às portas dos Estados Unidos.

Ainda, Biden deveria enviar a Vice-presidente Kamala Harris mais frequentemente ao estrangeiro, para reforçar os contactos de alto nível e mostrar a presença e a solidariedade americanas. Isso serviria, igualmente, para consolidar a imagem da VP e permitir-lhe o impulso necessário para que no futuro possa ser a primeira mulher eleita presidente dos EUA.

Como escrever uma mensagem?

Uma leitura rápida do meu texto de ontem no Diário de Notícias retém apenas as informações que forneço sobre as missões de paz das Nações Unidas. Um ou outro amigo meu enviou-me uma mensagem para agradecer essas informações, tendo um deles acrescentado que esse tipo de informação é muito pouco conhecido pelo grande público. Curiosamente, esse correio foi-me transmitido por alguém que, por razões profissionais, deveria saber mais do que a média dos leitores sobre as missões de paz. 

Mas a minha crónica pretendia ir muito mais longe. Tinha um par de mensagens políticas. Não parecem ter sido captadas por alguns. Creio que da próxima vez terei que ser mais claro. Há tanta informação disponível, tanta coisa escrita, que se fica sem tempo para subtilezas, para ler para além das palavras escritas e navegar nas entrelinhas.

A revolução climática é possível

https://www.dn.pt/opiniao/mais-paineis-solares-e-menos-ogivas-nucleares-14287952.html

Este é o link para o meu texto de hoje no Diário de Notícias. É uma escrita com várias mensagens, mas quero aqui destacar duas. Primeiro, que a cooperação entre as grandes potências é fundamental para o futuro da humanidade. Segundo, que existem meios para acelerar a transição climática, como existem meios para investir em todo o tipo de armamentos sofisticados. É tudo uma questão de confiança entre os grandes e de vontade política. 

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