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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Um país ao Sol

A comunicação social marca a agenda política, define as prioridades. Mesmo nestes tempos que são de vésperas de eleições. E, ao que parece, a questão fundamental, neste Portugal de setembro de 2015, centra-se numa interrogação profunda: o homem vai falar antes ou depois das legislativas?


Abençoado o país que tem essa questão como o foco das preocupações.


Por isso, ontem ao fim do dia, recebi uma chamada de um diário de referência que queria saber a minha opinião sobre o assunto. E ela lá está, com todas as letras, bem impressa, ao lado de mais uma série de opiniões de gente mais ou menos ilustre.


Isto, mais o Sol do dia de hoje, faz de nós um povo no caminho certo.

 

Um final triste e rabujento

Mário Soares repete a mesma lengalenga cada terça-feira que passa. Os seus escritos no Diário de Notícias empobrecem o debate político e diminuem a estatura do grande homem político que ele foi. São uma tristeza.

Aqui, como em muitas outras áreas de trabalho e de intervenção social, é preciso saber quando chegou o momento de arrumar as ferramentas. Nalguns casos, como bem poderia ter sido o de Soares, o avanço da idade é, acima de tudo, uma oportunidade para uma viragem. Sai-se da luta do quotidiano e batalha-se pelas grandes causas e pelas ideias generosas.

Esse, sim, é um fim de vida nobre e digno, à altura dos grandes deste mundo.

Tem que haver respeito pelas regras

Em democracia, mesmo num país descontente como Portugal, não se pode admitir que uma personalidade política de monta utilize o espaço que um diário de prestígio nacional lhe concede para fazer apelos à sedição. Isso é um crime e deve ser tratado como tal.

 

Na sua coluna desta semana no Diário de Notícias, Mário Soares passa uma parte do seu escrito a incitar os militares à rebelião contra o poder político que está no governo neste momento. Termina mesmo dizendo o seguinte, num apelo claro à sublevação dos militares contra o ministro da Defesa:

 

“Quanto tempo mais vão tolerar as Forças Armadas, as quais só têm sido por ele humilhadas?”

 

Para além do carácter torcido da frase, é preciso que fique claro que, em democracia e na UE, este tipo de posições públicas, assumidas por uma personalidade política influente, é inaceitável. Por mais incompetente que seja o poder político, um apelo destes está fora das regras de um Estado de direito.

O Diário de Notícias em plano inclinado

As duas páginas de opinião do Diário de Notícias de hoje são lixo. A da esquerda publica um artigo intragável, confuso e superficial da autoria de Adriano Moreira. A da direita tem um texto “revoltado”, que tudo trata pela rama e sem conhecimento adequado, escrito por um maestro que recentemente teve um problema relacionado com abuso de confiança, pelo modo como parece ter gerido uma instituição em proveito próprio. Agora, diz-nos que já basta de malfeitorias políticas.

 

Faz dó ver o DN assim. 

As autarquias são ninhos de corrupção

A edição de hoje do Diário de Notícias deixa o leitor comum totalmente revoltado. São páginas e páginas a contar histórias de corrupção e de práticas desonestas nas autarquias portuguesas. De Lisboa ao canto mais escondido do país. Depois remata com uma entrevista com o presidente do Tribunal de Contas (TC), Guilherme d’Oliveira Martins, que diz, entre outras coisas “ que o poder local não é um viveiro de corrupção, está é mais exposto”. Assim mesmo. Quem não acredite, veja a página 16.

 

Dizer que tudo isto é uma vergonha não serve de nada. É que, de facto, não há vergonha nem moralidade no poder local e na política portuguesa.

 

Andam a gozar com os portugueses, a aproveitar-se da democracia e arruinar o país. E os casos contados não serão mais do que uma pequena amostra da situação real.  

 

E as instituições que deveriam fazer a supervisão do poder local, como os serviços de inspecção do Ministério da Administração Interna, ou o TC, são ou incompetentes ou coniventes. Ou estão tão sobrecarregadas, que não chegam para as encomendas.

 

Não é esta a vivência democrática que os portugueses desejam. Não é este tipo de poder que serve o país. É tempo de dizer basta!

 

Um homem de ódios

 

Escrever é uma forma de intervenção social, um contributo. Mas o artigo de opinião  "A porcaria", que um senhor cheio de raivas, socialmente privilegiado e vagamente poeta, homem de letras e ódios, publicou hoje no DN, um tal Vasco Sem Graça e que não é de Moura, ultrapassa os limites da baixeza intelectual. É trabalho de um espírito doente.

 

O DN, se quer ser tido como um órgão de referência, não pode imprimir coisas dessas. Textos desse tipo só para pasquins.

 

Não convém descer tão baixo.

As interpretações abusivas

 

A leitura feita por alguns jornalistas das palavras da senhora da oposição sem jeito é claramente abusiva e inspirada pela fidelidade de certos homens dos jornais aos cavalheiros do poder. A senhora não fala de nenhum Bloco Central. Aliás, na resposta à questão levantada pelo entrevistador, a rainha dos desajeitados diz umas coisas que, lidas e relidas, não se entendem. Mas isso não seria notícia. É habitual. O que certos jornalistas inventaram, de seguida, é que se tornou notícia.

 

E que se trame a honestidade intelectual em Portugal.

 

 

 

 

 

O Ministro português é o pior da Europa

O insuspeito Financial Times, um dos melhores órgãos de comunicação social, ousou dizer, uns dias atrás, que o ministro das finanças de Portugal é o pior da zona euro.

 

Como o melhor é o senhor das finanças da Finlândia, e como estamos a chegar ao Natal, a solução seria a de enviar o nosso homem pouco-sorrisos fazer um estágio em Helsínquia e ao mesmo tempo ir pedir a bênção do Pai Natal. Talvez o PN -- não confundir com o PM -- lhe ponha um pouco de habilidade política no sapatinho.

 

 

Favores e Manipulação no DN

 

 

 

O Diário de Noticias de hoje pensa que faz um grande favor ao senhor Conselheiro de Estado Manuel Dias Loureiro, ao dar-lhe a palavra e também ao escrever umas coisas bonitas sobre a sua carreira. Que simpatia de jornal, que retrato tão bem retocado!   Até de gestos "calmos" e "suaves" reza esta crónica...
 
Os amigos são para as ocasiões, e o senhor precisa actualmente de muitas manifestações de amizade, para que se acredite no que diz. Aliás, na entrevista, Dias Loureiro acaba por duvidar de si próprio ao perguntar: " Achou-me sincero?
 
Nem o Padrinho, a que tanto o liga, o achara´, desta vez. Mas, continuara´ a  usar a máscara de Estado que lhe é habitual...E a fechar os olhos, à espera que a tempestade passe, como é hábito em Portugal...As coisas são importantes uns tempos e depois desaparecem do ecrã e da atenção geral, numa amnésia colectiva, que nos é tão própria.
 
Diz a autora da peça, com admiração,  que o personagem chegou à riqueza " com passagem pelo governo."  Na realidade, o homem aproveitou-se, com os escrúpulos que lhe são conhecidos, dos tempos no governo e das relações que conseguiu estabelecer, aqui e no estrangeiro, para enriquecer. A "passagem" pelo poder executivo foi apenas parte de uma estratégia de aproveitamento pessoal. Que começara antes e que ganhou asas depois. São estas as razões, para muitos dos nossos dirigentes, que levam ao chamado "serviço público", que é afinal "um serviço pessoal".
 
Muita gente na política, no PSD de Cavaco sobretudo, e nos negócios, lhe devera´ favores. Não será o caso, imagina-se, meus amigos, imagina-se, na área do encobrimento das coscuvilhices, das fofocas, dos comportamentos fora de jogo, apesar de ter sido durante vários anos patrão-mor das secretas e outras polícias.
 

Só que o homem anda "preocupado", como diz a jornalista.

 

La´ tera´ as suas razões...

 

 




 

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