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Crescemos quando abrimos horizontes

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Parceria prioritária

A Cimeira da NATO em Chigago mostra uma organização em transformação rápida, que procura responder aos novos desafios de segurança, numa perspectiva global, que as ameaças não conhecem fronteiras. No entanto, o maior desafio continua a ser a construção de uma verdadeira parceria com a Rússia. Mas, será possível, no futuro mais próximo? 

Paquistão e a União Europeia: o diálogo político requer uma melhor estratégia por parte de Bruxelas


A VISÃO de hoje publica o meu artigo sobre a necessidade de um diálogo político mais estratégico entre Bruxelas e Islamabad.



Com a eleição de um novo Presidente a 6 de Setembro, abre-se uma nova oportunidade para uma cooperação mais inteligente entre a União Europeia e os dirigentes paquistaneses. Uma cooperação que tenha em conta também os objectivos que a UE está a tentar alcançar, sem grande resultados, no Afeganistão.



Estamos perante um grupo de dirigentes muito frágeis mas que entendem as vantagens de um diálogo produtivo com a comunidade internacional, e em particular, com a União Europeia. Um diálogo que na verdade é necessário para que se estabeleça uma cooperação internacional efectiva nas áreas da segurança e do desenvolvimento. Um diálogo que, sem ofender o forte sentido de patriotismo dos paquistaneses, ajude a nova liderança a vencer as hesitações actuais, a maneira frouxa e pouco coerente como tem tratado com os extremistas.



Se isso não acontecer, veremos novas rebeliões de cariz marcadamente religioso surgirem naquelas partes do mundo.

Paquistão e a União Europeia: o diálogo político requer uma melhor estratégia por parte de Bruxelas

A VISAO de hoje publica o meu artigo sobre a necessidade de um diálogo político mais estratégico entre Bruxelas e Islamabad.



Com a eleição de um novo Presidente a 6 de Setembro, abre-se uma nova oportunidade para uma cooperação mais inteligente entre a União Europeia e os dirigentes paquistaneses. Uma cooperação que tenha em conta também os objectivos que a UE está a tentar alcançar, sem grande resultados, no Afeganistão.



Estamos perante um grupo de dirigentes muito frágeis mas que entendem as vantagens de um diálogo produtivo com a comunidade internacional, e em particular, com a União Europeia. Um diálogo que na verdade é necessário para que se estabeleça uma cooperação internacional efectiva nas áreas da segurança e do desenvolvimento. Um diálogo que, sem ofender o forte sentido de patriotismo dos paquistaneses, ajude a nova liderança a vencer as hesitações actuais, a maneira frouxa e pouco coerente como tem tratado com os extremistas.



Se isso não acontecer, veremos novas rebeliões de cariz marcadamente religioso surgirem naquelas partes do mundo.

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