Portugal é grande quando abre horizontes

07
Jan 14

Um futebolista ímpar ou um artista de génio dão mais alento a um país do que a grande maioria dos políticos. Abrem as portas da esperança, unem os cidadãos, dão orgulho à nacionalidade, fazem acreditar no impossível. E é isso que um país precisa. E, infelizmente, é isso que os políticos não sabem fazer.

 

Ser político não é a mesma coisa que ser um alto funcionário do Estado ou um administrador de uma empresa. Os funcionários e os administradores fazem falta enquanto gestores e especialistas. Têm a obrigação de prestar serviços públicos e de garantir a eficácia do sistema da governação e da segurança dos cidadãos.

 

Existe a tendência para considerar os políticos como super-gestores.  Assim, a definição do bom político acaba por se confundir com a de um bom funcionário. Por isso vemos políticos com a mão na massa, a meterem-se em tarefas que não lhe deveriam caber, em assuntos que os funcionários e quadros superiores deveriam tratar. É a velha confusão entre a direcção estratégica e a intromissão nas questões correntes.

 

O político define os objectivos, representa os cidadãos e dá, tal como os atletas de grande mérito, ou os poetas, pintores e músicos excepcionais, asas à imaginação popular. Só os políticos que conseguem sonhar alto é que podem ser comparados aos heróis do povo.

publicado por victorangelo às 20:57

06
Jan 14

Eusébio deu-nos agora a lição final: um povo precisa de heróis. De homens e mulheres que ultrapassem a bitola comum. De gente que, vinda do caniço ou do bairro da pobreza, da aldeia mais escondida ou do sítio mais improvável, nos ensine a acreditar na grandeza que se esconde em cada indivíduo e nos mostre que é sempre possível ir mais além.

publicado por victorangelo às 20:27

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