Portugal é grande quando abre horizontes

14
Abr 18

http://portugues.tdm.com.mo/radio/play_audio.php?ref=10245

Acima vos deixo o link para o programa desta semana sobre a Europa, uma produção semanal da Rádio TDM de Macau. Desta vez, faço uma leitura das eleições gerais na Hungria, da onda de homicídios entre jovens em Londres, de Carles Puigdemont na Alemanha, e dos roubos de dados pessoais feitos por empresas parceiras do Facebook.

publicado por victorangelo às 20:41

02
Dez 16

Estive ontem no almoço anual dos Antigos Alunos do Liceu Nacional de Évora. Foi a primeira vez que participei, cinquenta anos depois de haver terminado o antigo sétimo ano. Claro que achei que estavam todos um bocado mais velhos. Mas gostei de estar presente. Apesar da reunião ter posto à prova a realidade das minhas amizades “facebuquianas”. Um bom número dos presentes no almoço é meu no Facebook. Mas não se notou. A culpa terá sido minha, que não tive a presença de espírito de ir de mesa em mesa para me apresentar aos meus “amigos virtuais”. Tive, depois, muita pena.

 

publicado por victorangelo às 22:35

09
Set 12

O uso do Facebook, por personagens do Estado, como meio de comunicação é uma faca de dois gumes. Em situações de crise nacional e de polarização extrema das opiniões deve ser evitado. Não promove o diálogo nem um melhor entendimento dos problemas. Permite, isso sim, baixar ainda mais o nível da discussão pública, dando uma plataforma a quem tem o insulto e os palavrões fáceis. 

 

É isso que está a acontecer na página do primeiro-ministro português. O PM decidiu "ser humano" numa comunicação no Facebook. Foi um abrir da porta a milhares de comentários do mais diverso tipo. Os mais moderados são profundamente negativos. Politicamente, o PM não ganhou nada com a sua escrita. Perdeu, creio, uns pontos mais. Se tivesse havido uma sondagem de opinião, o seu nível de aprovação teria sido muito baixo, talvez perto de um só dígito.

 

Creio que é tempo de explicar aos cidadãos o que se passa. Mas o Facebook não é o veículo. E declarações "piegas", como a de agora, só envenenam ainda mais o ambiente.

 

Eu teria começado a narrativa desta maneira: em 2013, vamos gastar X, em termos das contas públicas. Esse X já inclui as seguintes reduções de despesa: A, B, C e D. A previsão de receitas será Y. Para que o défice fique dentro de um patamar aceitável, digamos, 4,5%, precisamos de mobilizar mais recursos: W. Para o conseguir faremos o seguinte: 1,2,3,4 e 5, tocando a todos.

 

E assim sucessivamente. Também diria que esta ou aquela medida que iremos tomar em 2013 resulta directamente de uma exigência dos nossos credores. E explicava que sem a sua adopção não será possível ter acesso a uma certa tranche de crédito. E mais e mais, tudo muito clarinho. Hoje, governar é saber comunicar.

 

Na verdade, o fundo da questão é simples: os portugueses precisam de uma política de verdade. É um erro pensar que irão engolir qualquer tolice que lhes seja ministrada. 

publicado por victorangelo às 22:30

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