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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Que confusão!

A confusão de ideias, em Portugal, e a confusão de ideias, na Europa, vão a par e passo. Cada caso tem as suas razões, mas confusão é confusão. Só complica. Só serve para atrasar a resolução dos problemas.

 

Em Portugal, certos intelectuais e certa comunicação social acham uma delícia os disparates que um velho senhor da política profere com alguma regularidade. Cada vez que o velho raposo abre a boca, sai uma de caixão à cova. E a malta gosta.

 

Querem um melhor indicador da nossa pobreza intelectual?

 

Só se forem buscar os textos de um pensador social, um baralhado de pensamentos, que escreve a partir das margens do Mondego. Esse também diz coisas que fazem aflição

 

Na Europa, a confusão à volta da preparação da cimeira de domingo vai ficar nas memórias de quem ainda se lembra das coisas.

 

Ontem, em Frankfurt, ainda houve uma tentativa de acordo, que não deu faísca. Hoje, à noite, fala-se uma cimeira seguida, uns três dias depois, por uma nova cimeira. Entretanto, a economia da UE vai desacelerando. Não é apenas a questão da solvência dos bancos, ou do risco para as pequenas poupanças, ou as incertezas dos mercados financeiros. É a economia e o emprego a sofrerem em virtude da confusão e da incerteza.

 

No meio de tudo isto, teve lugar ontem em Bruxelas um debate sobre o movimento dos "Indignados". Viu-se que não estão apenas indignados. Estão, igualmente, confusos.

Os telegramas

Os telegramas da Secretaria de Estado, agora divulgados, deram instruções claras sobre os dados que os diplomatas americanos junto da ONU deveriam obter sobre os altos funcionários da Organização.

 

Fui um dos visados.

 

Algumas dessas informações, como por exemplo, o tipo de DNA, e outros dados biométricos, os números dos cartões de crédito, as passwords ou senhas das contas email, e outras questões meramente pessoais, ultrapassam amplamente o que é admissível. Mostram que existe uma cultura de profunda suspeição e de grandes receios, de hipersensibilidade exagerada, no seio da administração americana. Como se fossem os serviços secretos quem determina a agenda.

 

Mais. Revelam, igualmente, que tudo o que não é de origem americana é visto com profunda desconfiança. E com muita arrogância. Pelo menos, por alguns, com responsabilidades importantes.

Os golos dos políticos

 

O pessoal está a ver os debates televisivos entre os políticos como se se tratasse de jogos de futebol. Tudo é resumido na perspectiva do saber quem ganhou e quem perdeu. As tiradas principais são contadas como quem conta um golo. E com a ligeireza bem nacional que caracteriza muitos de nós.

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