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Crescemos quando abrimos horizontes

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A tempestade

Dia de tempestade nos mercados financeiros.

Primeiro, por causa dos novos números da pandemia. O Outono ainda não chegou, mas os casos estão a crescer muito rapidamente. Os próximos seis meses vão ser muito problemáticos. O impacto sobre a saúde pública e sobre vários sectores económicos será enorme. O endividamento de muitas famílias e dos estados deverá atingir proporções inéditas e prolongadas. A experiência recente mostrou que os dirigentes políticos não têm uma linha de resposta coerente e coordenada. Assistir-se-á, de novo, a ziguezagues e a medidas que tratam a crise à maneira antiga, levantando as pontes levadiças e trancando as portas de cada nação ou de parte da nação.

Segundo, por causa das práticas de certos grandes bancos globais. Os casos já eram do conhecimento das autoridades financeiras há alguns anos. O consórcio de jornalistas de investigação conseguiu ter acesso aos registos das autoridades e divulgou todo um conjunto de acções ilegais de transferências de capitais de origem duvidosa – vindos da droga, da corrupção na Rússia, na Ucrânia e em vários países menos desenvolvidos. É verdade que essas práticas passaram a ser mais difíceis nos últimos três ou quatro anos. Há mais controlos, internos e externos. Mas aconteceram até então e foram levadas a cabo por instituições bancárias muito conhecidas e de grande peso nos mercados de capitais. Londres foi uma das praças que mais lavou.

Os criminosos que mandam na Volkswagen

A fraude massiva da Volkswagen, que procurou enganar os sistemas de controlo da poluição automóvel, fez perder hoje, aos mercados mundiais, dezenas de milhares de milhões de euros. Foi um impacto do tipo avalanche. A credibilidade das grandes firmas de construção de automóveis, a começar pelas firmas alemãs, ficou, para já de pantanas. E isso arrastou os mercados para perdas enormes. Quando um gigante como a Volkswagen se mete em falcatruas, muitos outros levam por tabela.


Há aqui um problema imenso de moralidade, de ética. Também de prestígio nacional, que desta vez puxou a indústria alemã para as ruas da ignomínia. Sem esquecer que há igualmente um problema de responsabilidade, incluindo na área criminal. Houve leis e normas que foram maliciosamente, deliberadamente, violadas.


Veremos quantos cabeças vão cair. Se caírem, que nestas coisas das multinacionais, as multidões de advogados assalariados conseguem transformar crimes em multas. É uma espécie de milagre que escapa ao comum dos mortais.

 

Reflexões sobre o Afeganistão

 

O meu texto desta semana, na VISÃO impressa (revista), reflecte sobre a crise afegã.

 

Foi escrito antes da divulgação oficial dos resultados das eleições presidenciais. Os resultados deveriam ter sido anunciados, estava previsto, na véspera da saída da revista. Mas a complexidade da situação e o nível de fraude é tal, que não foi possível chegar a um acordo sobre os valores oficiais. Ainda há muito que analisar. Uma excelente equipa de peritos das Nações Unidas está em Cabul, para proceder a essa análise.

 

Entretanto, o artigo saiu e traz uma certo número de ideias sobre a estratégia futura.

 

Peço-vos a bondade de o ler.

 

http://aeiou.visao.pt/afeganistao-a-vista=f532177

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