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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Afeganistão: e agora?

https://www.dn.pt/opiniao/nao-podemos-varrer-o-afeganistao-para-debaixo-do-tapete-14196999.html

Este é o link para o meu texto desta semana, hoje publicado no Diário de Notícias. 

Trata-se de reflexão prospectiva sobre o futuro a curto prazo do regime talibã. Abordo a urgência humanitária, a situação económica e a questão do reconhecimento diplomático do novo regime. 

"O reconhecimento do novo regime, incluindo a sua representação na ONU, vai depender da posição que cada membro do G20 vier a adoptar. Acontecimentos recentes mostram uma tendência para o estabelecimento de contactos pontuais, enquanto ao nível político se continuará a falar de valores, de direitos humanos, da inclusão nacional ou do combate ao terrorismo. E a mostrar muita desconfiança para com a governação talibã. Com o passar do tempo, se não surgir uma crise migratória extrema ou um atentado terrorista que afecte o mundo ocidental, o novo regime afegão, reconhecido ou não, poderá ser apenas mais um a engrossar a lista dos estados repressivos, falhados e esquecidos."
Este parágrafo fecha o meu texto. 

Esta seria uma tarefa para o G20

https://www.dn.pt/opiniao/uma-vacina-contra-as-rivalidades-geopoliticas-13366109.html

O link acima abre o meu texto de hoje no Diário de Notícias. 

A mensagem fundamental é que o combate à pandemia deve ser global, incluir todos os que tenham meios para nele participar. Os países do G7, ao tentarem excluir a China e a Rússia de um processo coordenado de vacinação nos países mais pobres, estão a cometer um grande erro. Um erro que tem duas frentes: torna mais lenta e menos eficaz a imunização de todos; e não aproveita uma oportunidade de estabelecer uma plataforma de cooperação com essas duas potências. 

No final, perdem os povos que precisam e perderão os ocidentais,em termos de presença no mundo. A China, em particular, não vai esperar por nós. Irá fazer, sozinha, a sua diplomacia com base em campanhas de vacinação em África e noutras partes do globo. 

Umas notas sobre o G20 de Osaka

A minha apreciação da cimeira do G20, que acaba de ter lugar em Osaka, é positiva. Mesmo tendo presente que os Estados Unidos não aprovaram a parte do comunicado final que se referia às alterações climáticas. Em nota de pé de página, disseram, e isso já não é nada mau, que têm em conta, na sociedade americana, as questões do carbono e da poluição, acrescentando ainda que o país se preocupa com a qualidade do ambiente nas suas cidades. A verdade é que os municípios têm uma grande autonomia, nessa e noutras matérias.

É bom que os líderes se encontrem. O contacto pessoal facilita o diálogo. E o diálogo é a única via para a resolução pacífica dos conflitos de interesse.

Também é verdade que estamos numa situação internacional muito tensa e perigosa. Pelo que sei, os principais líderes reconheceram a complexidade da situação. Deram um grande enfoque às questões do comércio e da economia. Esses temas são como um paravento. Sabem que há outros por detrás, de ordem estratégica e securitária, que têm igualmente que ser tratados. Com urgência, acrescentaria.

Os encontros desta natureza permitem igualmente uma série de discussões bilaterais bem como várias conversas informais. Essas são duas das grandes vantagens das cimeiras. Osaka foi fértil nessa área. Veremos se o clima internacional reflecte, nos próximos tempos, algum desanuviamento.

As Nações Unidas estiveram representadas pelo Secretário-Geral, como já é costume. Mas os líderes não dão espaço à organização. Essa é uma preocupação que tem que ser posta em cima da mesa da opinião pública internacional.

Macau e a Europa

http://portugues.tdm.com.mo/radio/play_audio.php?ref=8957

Acima vos deixo o link para os meus comentários desta semana na Rádio Macau sobre a UE.

Abordo o acordo comercial assinado com o Japão, as fricções entre J-C Juncker e o Parlamento Europeu, a presidência da Estónia neste segundo semestre de 2017 e os resultados do G20.

Conselhos vindos do outro lado do mar

De manhã fui ao Luxemburgo, como era Sábado, o trajecto de carro a partir de Bruxelas demorou duas horas e um quarto, ou seja, meia hora menos que durante os dias da semana chamados “úteis”, voltei à tarde, depois de ter assistido à reunião anual da associação europeia dos funcionários internacionais.

 

A assembleia atraiu muita gente, o que me parece indicativo da atenção que os associados estão a dar a uma realidade europeia que é instável e imprevisível. A crise económica e a falta de resposta adequada por parte dos dirigentes políticos deixam muita gente perplexa e insegura. A impressão que existe é que a procissão só agora saiu do adro. Ainda terá que dar a volta por muitas capelinhas, por essa Europa fora.

 

Durante a discussão, houve uma confissão curiosa, feita por alguém que tem estado dentro das negociações preparatórias do próximo G20, que terá lugar em São Petersburgo, na Rússia, em inícios de Setembro. Como quem não quer a coisa, deixou entender que a Administração Obama está a fazer uma pressão enorme sobre os europeus, para que haja um alinhamento total com a posição americana em certas matérias que contam na agenda internacional do momento. Só espero que essa pressão seja também no sentido do reforço da coesão europeia. Talvez…

Tranquilidades

A reunião do G20, que hoje começou na costa pacífica do México, promete ser um fiasco. A crise europeia invadiu os corredores e as salas da cimeira. Os líderes do resto do mundo pedem aos europeus que se entendam e estes respondem que não têm lições a receber de ninguém. 

 

Entretanto, os resultados das eleições gregas não parecem ter acalmado os mercados. O Citigroup considerou, esta manhã, que a probabilidade de saída da Grécia da zona euro, nos próximos 12 a 18 meses, continua ser a mesma: entre 50 e 75 por cento. O euro - a moeda, não o futebol - está esta noite em queda. A Espanha vai ao mercado de capitais amanhã e na quinta-feira, à procura de três a cinco mil milhões de euros, a prazos de 12 e 18 meses, mas terá, muito provavelmente, que pagar juros incomportáveis. A Itália está a ir pela mesma via, embora a um ritmo menos acelerado. E em Portugal, segundo me dizem, o Estado está com problemas de liquidez. 

 

O único que parece estar optimista é Van Rompuy. Disse hoje, no México, certamente inspirado pelos ventos do Pacífico, que "... o projecto do euro sabe qual é o seu destino e nós sabemos como chegar lá". Ficamos todos mais tranquilos. 

Um dia em cheio

A poucos dias da cimeira do G20, que se realiza na Baixa Califórnia, uma região mexicana de grande beleza natural na costa do Pacífico, a 18 e 19 de Junho, a crise da zona euro poderá focalizar todas as atenções dos participantes e deixar um espaço ínfimo, se deixar, para as outras grandes questões internacionais. 

 

Esta possibilidade está a criar tensões entre os BRIC e o México, de um lado, e a UE e os EUA, do outro. O Presidente Obama telefonou hoje ao fim da tarde a Van Rompuy e, segundo me dizem, a única questão discutida foi a crise europeia, os indícios de agravamento e os riscos de contágio. 

 

Para cúmulo, as informações que circularam, durante o dia, em Bruxelas, eram das mais contraditórias, quer em relação à atitude a tomar em relação à Grécia, no caso das eleições darem a vitória aos partidos que se opõem ao programa de ajustamento estrutural, quer ainda no que respeita aos procedimentos a seguir para aprofundar a "união bancária" e a "união fiscal".

 

Para acrescentar mais umas achas à fogueira, Francois Hollande recebeu em Paris os líderes da oposição social-democrática à Sra. Merkel...Ou seja, encontrou maneira de agravar a crispação entre Paris e Berlim, que já é bem evidente e profundamente contraprodutiva...

 

Com esse tipo de tensões, vai ser ainda mais difícil chegar aos acordos que se impõem de imediato, que o curto prazo exige.

G20 ou muito menos?

A Cimeira do G20 viu a China ao ataque e os EUA à defesa. Estava previsto o contrário.

 

O Presidente americano tinha a intenção de mobilizar apoios para forçar a China a baixar o nível de controlo da sua moeda. Mas não conseguiu. Acabou por ter que justificar a recente emissão de novos dólares - 600 mil milhões, sob a designação de Quantitative Easing. Esta medida está a ser vista pelos outros membros do G20 como uma desvalorização indirecta do dólar, para tornar a economia americana mais competitiva, de um modo artificial.

 

O Presidente Obama esteve em Seul, mas as suas preocupações continuaram focalizadas na situação interna dos EUA. Ou seja, desta vez não desempenhou o papel de líder global que havia assumido anteriormente. E assim vai continuar a ser, enquanto não houver um clima político mais favorável na frente interna, junto do eleitorado americano.

 

Entretanto, as grandes questões dos desequilíbrios económicos entre os Estados do G20 e da estabilidade cambial ficaram à espera da próxima reunião.

 

 

Um elefante chamado Brasil

A dias das eleições presidenciais, resolvi escrever sobre a política externa brasileira. Sempre é mais fácil de entender do que o enredo que é a situação interna.

Não disse no meu texto que existe actualmente um certo mal-estar no Ministério das Relações Exteriores. Os diplomatas mais antigos sentem que há uma influência excessiva do partido do Presidente no ministério. Certas decisões importantes têm mais que ver com a filiação partidária do que com a experiência e a competência.

 

Trato de outros aspectos de uma política que, vista do exterior,  a partir das grandes capitais, é mal entendida. Nalguns casos, é mesma considerada como inconsistente e, até imprevisível.

 

Convido o leitor a ver o sítio da Visão on line:

 

http://aeiou.visao.pt/a-leveza-politica-do-elefante=f573205

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