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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Um presidente que joga pela rama

O Presidente da República, apesar de ter um aconselhamento diplomático de primeira ordem, decidiu visitar um candidato às próximas eleições presidenciais brasileiras. Em qualquer parte do mundo, uma decisão desse tipo seria sempre vista como uma interferência no processo eleitoral do país visitado. E não poderia ser aceite. Provocaria um sério incidente diplomático.

Tratar de modo jocoso um assunto desses só pode mostrar superficialidade política e falta de sensibilidade diplomática. No caso de se tratar de um país que faz parte da nossa história colonial, como é o caso do Brasil, demonstra igualmente arrogância e uns restos de mentalidade do passado. É uma enorme falta de respeito pelas instituições do país visitado.

Também não pode ser considerada uma jogada política virada para o futuro, que parte do princípio de que o candidato da oposição irá ganhar as eleições. Quando isso acontecer, falar-se-á com ele, como o novo presidente. Entretanto, deve ser visto apenas como um candidato e como parte da política interna do Brasil. Política essa que não é da nossa conta.

 

 

Do Brasil e da América Latina

As incríveis trapalhadas da Presidente Dilma Rousseff e de Lula da Silva têm um impacto muito negativo sobre a imagem internacional do Brasil. E, por tabela, sobre a da América Latina.

A verdade é que vários países do Sul do continente americano conhecem convulsões políticas de monta. As profundas divisões sociais têm-se traduzido em sérias crises políticas e em muita demagogia. E na América Central impera a violência e as violações dos direitos humanos. Entretanto, a pobreza e a falta de esperança ficam por resolver.

Um elefante chamado Brasil

A dias das eleições presidenciais, resolvi escrever sobre a política externa brasileira. Sempre é mais fácil de entender do que o enredo que é a situação interna.

Não disse no meu texto que existe actualmente um certo mal-estar no Ministério das Relações Exteriores. Os diplomatas mais antigos sentem que há uma influência excessiva do partido do Presidente no ministério. Certas decisões importantes têm mais que ver com a filiação partidária do que com a experiência e a competência.

 

Trato de outros aspectos de uma política que, vista do exterior,  a partir das grandes capitais, é mal entendida. Nalguns casos, é mesma considerada como inconsistente e, até imprevisível.

 

Convido o leitor a ver o sítio da Visão on line:

 

http://aeiou.visao.pt/a-leveza-politica-do-elefante=f573205

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