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Crescemos quando abrimos horizontes

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MSF e a UE: visões divergentes

Médecins Sans Frontières (MSF) critica abertamente a actual política europeia em matéria de acolhimento de refugiados. E, por essa razão, acaba de resolver que não aceitará novos financiamentos vindos das instituições da UE bem como dos governos dos Estados membros. Em termos monetários e contando por baixo, a decisão provoca uma quebra nas finanças anuais de MSF na ordem dos 56 milhões de euros. É uma importância significativa, embora represente menos de 10% do orçamento anual da organização. Mas é acima de tudo um posicionamento político claro. Pode ser discutível. E é-o, certamente, que estas coisas das questões humanitárias não devem ser vistas apenas através de um único prisma. Mas para além da apreciação que se possa fazer e do mérito que MSF conquista todos os dias – sou um doador anual desta organização, o que mostra a minha opinião sobre o trabalho de MSF – a verdade é que a decisão agora tomada não vai alterar a política europeia. A intenção da Europa é, antes de mais, travar e mesmo parar a chegada em massa de novos candidatos ao refúgio. E, ao ir por essa via, estará cada vez mais longe da maneira de ver dos que pensam como MSF pensa.

 

 

 

 

Ébola: é preciso combater a epidemia no terreno, em África

Ao contrário do que os políticos europeus nos querem fazer crer, a epidemia de Ébola tem que ser combatida no terreno. Neste caso, na África Ocidental, na Libéria, na Serra Leoa e na Guiné. E para que isso aconteça, é preciso mobilizar um grande número de pessoal, médico, paramédico e logístico. Sem esquecer que a comunicação e a informação das populações é outra dimensão essencial da luta contra este flagelo. Especialistas em comunicação têm que fazer parte das equipas.

Tirar a temperatura à chegada dos passageiros aos aeroportos europeus não chega nem resolve o problema. Fechar as fronteiras, suspender os voos, impedir a circulação das pessoas são medidas absurdas.

Cuba, ao enviar centenas de técnicos de saúde para a Serra Leoa, está a dar o exemplo. Como o estão a dar os Estados Unidos e, numa dimensão mais reduzida, a Grã-Bretanha. A organização Médicos Sem Fronteiras é outro bom exemplo, como o são outras ONGs internacionais, entre elas, Save the Children.

A Organização Mundial da Saúde precisa, por outro lado, de mais meios financeiros. Só assim poderá desempenhar o papel de coordenação técnica que lhe cabe. Além disso, há que aumentar a ajuda alimentar às populações que estão no olho do furacão. A economia local tem sido profundamente abalada pela epidemia. Sem contar com o grande número de órfãos.

Tudo isto exige um esforço global. Uma concentração de esforços e de apoios aos países em causa.

Aqui fica a lembrança.

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