Portugal é grande quando abre horizontes

03
Jul 13

Soube-se hoje que o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal meteu o pé na argola, ao proibir o sobrevoo e a aterragem em Portugal do avião do presidente da Bolívia. O ministro, Paulo Portas, estava certamente distraído. Não teve presente os interesses de Portugal na América do Sul. Ao interditar estava a criar muito mais que um simples incidente diplomático. Abria a porta a uma onda de protestos e de indignação, em La Paz mas também noutras capitais da região. É que estas coisas tocam em questões de uma grande sensibilidade. São, de imediato, vistas como uma expressão da arrogância europeia e uma ofensa feita a um Chefe de Estado. Que ainda por cima é de origem indígena. O que dá a uma dimensão mais ao incidente: um laivo de racismo.

 

Ou então, se não estava distraído, estaria provavelmente mais interessado em agradar a Washington 

publicado por victorangelo às 21:53

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