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De volta a Myanmar

Estive em Myanmar, entre o último post que aqui deixei e o de agora. A razão da minha estada era tentar perceber o que se passa no país e ver quais são as aberturas possíveis, em termos de resolução de alguns dos conflitos existentes nesse país.

Havia visitado Myanmar, com mais tempo, em 2015. Quatro anos depois, vi uma situação profundamente complexa e pouca paz no horizonte. Também notei progresso na frente económica.

Aung San Suu Kyi, a líder civil do país, Prémio Nobel da Paz em 1991 e Prémio Sakharov da UE em 1990, perdeu uma parte do apoio popular de que dispunha na altura, mas continua a ser, de longe, a personalidade que mais pesa na política nacional, para além dos generais. Na frente internacional, Suu Kyi está cada vez mais dependente da China e dos chineses de Hong Kong, Singapura, Taiwan ou mesmo, dos da Tailândia.

As próximas eleições gerais terão lugar em finais do próximo ano. A Comissão Eleitoral é muito frágil.

Para além das aparências, a última palavra, sobretudo em caso de crise, pertence aos chefes das Forças Armadas. Em especial ao comandante supremo, o General Sénior Min Aung Hlaing. Estabelecer um diálogo político com ele e os seus é fundamental para a resolução, passo a passo, dos inúmeros conflitos que Myanmar vive, incluindo a questão muito conhecida dos Rohingyas.

Quem não prepara o futuro fica para trás

Passei as últimas quatro semanas a viajar pela Ásia do Sudeste, incluindo por Myanmar e pelo Butão, que são dos países mais pobres da região. Fiquei surpreendido pelo ritmo de desenvolvimento. Estão a crescer a olhos vistos. Dinamismo e optimismo são as palavras que melhor definem a situação em que se encontram, actualmente, esses estados. Em comparação, Portugal parece um país parado no tempo, pouco preparado para enfrentar as mudanças profundas que estão a bater à porta do futuro de todos nós.

As elites gostam da rotina

De novo na Suíça, para uma reunião sobre iniciativas de paz na região do Médio Oriente e Norte de África, na Ásia Central e em Myanmar.

 

Entretanto, no jantar de hoje, discutiu-se a como forçar certas elites a ir para além da sua zona de conforto e aceitarem o desafio dos que pensam de um modo diferente. Não foi uma discussão fácil, pois as elites, em geral, preferem resguardar-se de confrontos, mesmo quando são apenas lutas de ideias. Preferem não ser postas em causa. Assim se entra na rotina e na adopção de soluções que já são conhecidas e já revelaram que não levam a parte alguma. 

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