Portugal é grande quando abre horizontes

26
Fev 09

 

 

 

 

Uma das mulheres da polícia especial que estamos a treinar. Nem tudo e' negativo, as mulheres, mesmo nesta parte do mundo, estão cada vez mais presentes em sectores que ate' há pouco lhes estavam fechados.

 

Esta mulher e' uma das especialistas na luta contra as violações e a criminalidade violenta, fortemente armada e assassina. A cara serena e' de quem não tem medo.

 

 

 

 

Mais agentes do mesmo destacamento, mulheres destemidas, que treinamos para operar em campos de refugiados e de gente deslocada, em zonas semidesérticas. Mulheres de combate. Fazem bem 'a alma.

 

 

Uma imagem nova e mais igualitária da mulher no Sahel.

 

 

Fotos Copyright V. Ângelo

publicado por victorangelo às 22:08

09
Dez 08
A Plataforma de ONGs portuguesas para o desenvolvimento " Eu Acuso " (www.euacuso.com.pt)  promove hoje e amanhã um Tribunal da Consciência, um ano depois da Cimeira Europa-África e do Fórum da Sociedade Civil.

O "julgamento simbólico" decorre na Fundação Calouste Gulbenkian. Aberto a todos os que possam testemunhar, as acusações põem em evidência a falta de execução dos compromissos assumidos há um ano, quer na Cimeira quer no Fórum. Os temas de fundo são as migrações, os objectivos do milénio, a cooperação, a igualdade de género, a segurança alimentar, a paz, governação e os direitos humanos.

A sentença será proferida amanhã, dia em que se comemoram os Direitos Humanos.
É de louvar esta iniciativa de um grupo de ONGs portuguesas. Trata-se de um exemplo positivo de mobilização cívica. Como muitas vezes tenho defendido, a mobilização dos cidadãos faz parte da riqueza social de um país, é um indicador de progresso e tem uma capacidade muito forte de transformação político-social. É a democracia directa, em acção, ao proveito de todos.

Precisamos de mais exemplos como este.
publicado por victorangelo às 11:33

22
Nov 08

 

 

 

Cheguei hoje à noite, Sábado, a N'Djamena, caros amigos, e viajo amanhã para a fronteira, não muito longe da linha de separação com o Sudão, na zona de Goz Beida, para visitar um campo de deslocados chadianos.

 

Os deslocados têm condições de apoio e acolhimento muito piores do que os refugiados. É que há toda uma estrutura, a nível internacional, e a começar pelo Alto-Comissariado,  para apoiar os refugiados. Já os deslocados internos, que fugiram às zonas de conflito, recebem muito menos recursos. Por isso, as ONGs não se instalam, na maior parte das vezes, nos campos de deslocados, pois não há fundos.

 

Às 22:00, hora de aterragem, a temperatura era de 25 graus. Tinha deixado Bruxelas a nevar, por volta das 11:00. Com zero graus.

 

Até nestas coisas do clima estamos em mundos diferentes.

 

 

 

publicado por victorangelo às 22:45

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