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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Responder a quem tem a amabilidade de comentar

Queria confirmar que leio todos os comentários que me fazem. Não tenho respondido por questões de perícia. O Sapo mudou o sistema de resposta e ainda não consegui encaixar com ele. Mas os comentários são apreciados. E devo dizer que não tenho sido alvo de ataques parvos ou mal-educados. São muitos os que se queixam da violência verbal nas redes sociais. Ela existe, é um facto. Aqui, não tem aparecido. Também é verdade que promovo “vistas largas”. Acredito que a diversidade de opiniões e a tolerância pelas ideias dos outros são dois pilares importantes da prática democrática. Lutar por eles, segui-los, tudo isso faz parte do combate por uma sociedade mais evoluída e pela exclusão de todos os pequenos ditadores que por aí andam.

Obrigado.

Sem ironia

A ironia deve ser praticada em doses pequenas e só de vez em quando. Precisa, por outro lado, de ser fina, inteligente, subtil.

A ironia por sistema é própria de quem tem uma visão negativa dos outros. Quem tem por hábito navegar nas águas da ironia acaba por revelar falta de bom senso e de profundidade de pensamento.

A Nacional 125 atravessa o caos que somos

Já aqui o disse há dois anos e volto a escrevê-lo hoje, com outras palavras mas com o mesmo sentido. Percorrer a Nacional 125, no Algarve, é como arranhar os olhos contra cactos selvagens e poeirentos. As bermas da estrada mostram a paisagem de um Algarve caótico, sujo, confrangedor na sua pobreza. Sem contar com os comércios às moscas, o trânsito intenso nesta altura do ano e as rotundas mal sinalizadas e perigosas.  

A História

Dir-se-ia que estamos a ficar com a memória curta. Vivemos fechados no gulag do imediato, prisioneiros que somos da actualidade que nos é imposta e nos deixa sem espaço mental nem curiosidade suficiente para colocar os acontecimentos importantes numa perspectiva de longo prazo, numa linha que deveria ligar o passado ao presente e ao futuro. A informação disponível é muita, os factos invadem-nos o quotidiano, vertiginosamente. E saem também com rapidez, expulsos por outras notícias. Não obstante, creio ser inquestionável afirmar que o nome de Nelson Mandela ficará na História.

Turismo de Outono

A zona de Belém, Jerónimos, Monumento das Descobertas, continua cheia de turistas, apesar de estarmos em Outubro. Bom sinal, não haja dúvida. A nossa economia precisa de muitos visitantes, com um poder de compra razoável, que tragam vida ao comércio e à restauração. Sem esquecer que os turistas e o Sol dão animação à cidade e optimismo às gentes de cá, que bem precisam de acreditar que o amanhã será melhor. Faz bem ver as ruas cheias de gente descontraída e as esplanadas a abarrotar com clientes que nos fazem ter esperança.

Aos tiros no deserto

A Sapo teve a gentileza de colocar o meu texto de ontem (“Política para gente inteligente”) na primeira página do seu site, como um artigo relevante de opinião. Foi uma boa surpresa.

 

No seguimento, muitos visitaram, ao longo do dia, o “Vistas Largas”. O que me deu alento, devo confessar. É que isto de escrever um texto todos os dias tem o seu custo, que é agravado pelo facto de muitas vezes me interrogar sobre a utilidade de tal esforço.

 

Quem escreve, como eu, sem estar ligado a um partido político, a um lóbi, a uma loja, a um grupo de loucos enraivecidos, ou de oportunistas, tem poucas chances de ser lido e de ter qualquer tipo de influência. É-se um mero pistoleiro no deserto, aos tiros contra os cactos que povoam o horizonte. 

A palidez da Europa

O sítio informático da Visão disponibilizou agora o meu texto mais recente publicado na edição impressa da revista. Pode ser lido em:

 

http://visao.sapo.pt/a-palidez-politica-da-europa=f714188

 

Cito um extracto do meu escrito:

 Com Berlusconi uma vez mais a definir a agenda, a Itália está embrenhada numa nova corrida para a confusão. Reina a demagogia. Até Monti já faz promessas eleitorais irrealistas, ao revés da orientação que seguiu enquanto chefe de governo. Uma parte significativa do eleitorado irá votar, sem grande fé no prometido, mas com base no “nunca se sabe”. 


Espero que tenham a paciência de ler e comentar.

Os fraquinhos da mente

Dizia-me esta tarde um observador atento e objectivo da realidade intelectual portuguesa, um dos poucos que olha para nós, os portugueses, sem lirismos nem saudosismos:


"... A intelectualidade indígena sempre teve demasiadas certezas sobre tudo e pouquíssimas dúvidas sobre o que quer que seja – além de estar sempre pronta a fazer grandes diagnósticos globais e a responsabilizar terceiros…"


Bem resumido, diria eu. 

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