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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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O demolidor

O senhor deputado das asneiras demolidoras é membro da Comissão Política do Partido Socialista, além de estar sentado na Assembleia da República há várias legislaturas. Foi secretário de Estado repetidas vezes. Ou seja, é uma personalidade dentro do seu partido. Uma personalidade que tem sempre vivido da política. Por isso, vejo com muita pena o dano que o confinamento lhe fez à cabeça. E partilho aqui, com o líder do seu partido, a mágoa de ver o senhor deputado desnorteado. Acrescento que compreendo o embaraço que o líder do partido deve sentir

O desmiolado da Praça do Império

Estou inteiramente de acordo em considerar demagógica a decisão do presidente da Câmara de Lisboa relativa aos brasões que se encontram na Praça do Império, frente ao Mosteiro dos Jerónimos. Para além da demagogia, a retirada desses brasões só pode ser vista como uma manifestação de radicalismo desmiolado.

Se Fernando Medina está de facto preocupado com essa praça a primeira coisa que deveria fazer seria a de mandar limpar e arranjar as escadarias e o túnel que a liga à esplanada do Padrão dos Descobrimentos. Essa infra-estrutura está frequentemente nauseabunda e também precisa de uma remodelação. Tem, por exemplo, dois ascensores para cadeiras de rodas. Nenhum deles funciona há meses e meses.

O músico subterrâneo

Hoje queria apresentar-vos o Alexandre. Quase todos os dias o vejo, na passagem subterrânea que liga o Centro Cultural de Belém à esplanada do Padrão dos Descobrimentos. É aí que vive uma parte do dia, a tocar a sua gaita-de-beiços e à espera da gratidão alheia. Tem 60 anos e mora numa casa de acolhimento, longe de Belém, nos arredores da Praça do Chile.

Agora, não há turistas, a passagem está praticamente deserta, mas o Alexandre é um lutador, não desiste e continua a tocar, no vazio enorme que é aquele corredor.

Perguntei-lhe esta manhã se continuaria a vir durante o período do confinamento. Disse-me que sim. E acrescentou que o fará, mesmo se a música for apenas para fazer eco nas paredes da passagem. A verdade é que ele, além de necessitar do que lhe possam dar – que agora é nada – também precisa de estar ali a tocar, a sentir-se livre e artista de rua. E ocupado. É uma questão mental, segundo percebo.

Quando as vacas eram mais gordas, noutros tempos, as pessoas passavam por ali aos magotes. Muitos não o viam, que este tipo de pobres é invisível para muita gente. Mas atravessavam ao som da sua música.

Ele não saberá muito de música, porque os tons são quase sempre os mesmos. Mas sabe que estar por ali, nestes tempos difíceis, o mantém em equilíbrio. E isso é mais importante que o euro que possa ser depositado no seu chapéu.

Quando lá passarem, cumprimentem-no e digam-lhe que são amigos do Victor. Ele ficará muito contente. Sentir-se-á menos isolado.

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