Portugal é grande quando abre horizontes

30
Ago 08

Nos próximos dias estarei em N'Djaména, Bangui e Abéché, na fronteira com o Darfur. 

 

É cada vez mais claro que a crise no Darfur, que muitos dizem ser de primeira ordem, só ganha interesse e atenção quando a UE e os EUA não estão preocupados com a Geórgia, ou com o Irão ou o Médio Oriente. Ou com créditos mal parados.

 

É uma crise que permanece no pano de fundo, para quando não há mais nada de importante para assinalar.  

 

 

publicado por victorangelo às 15:29

28
Ago 08

A VISÃO de hoje publica o meu artigo sobre a necessidade de um diálogo político mais estratégico entre Bruxelas e Islamabad.



Com a eleição de um novo Presidente a 6 de Setembro, abre-se uma nova oportunidade para uma cooperação mais inteligente entre a União Europeia e os dirigentes paquistaneses. Uma cooperação que tenha em conta também os objectivos que a UE está a tentar alcançar, sem grande resultados, no Afeganistão.



Estamos perante um grupo de dirigentes muito frágeis mas que entendem as vantagens de um diálogo produtivo com a comunidade internacional, e em particular, com a União Europeia. Um diálogo que na verdade é necessário para que se estabeleça uma cooperação internacional efectiva nas áreas da segurança e do desenvolvimento. Um diálogo que, sem ofender o forte sentido de patriotismo dos paquistaneses, ajude a nova liderança a vencer as hesitações actuais, a maneira frouxa e pouco coerente como tem tratado com os extremistas.



Se isso não acontecer, veremos novas rebeliões de cariz marcadamente religioso surgirem naquelas partes do mundo.
publicado por victorangelo às 21:47

A VISAO de hoje publica o meu artigo sobre a necessidade de um diálogo político mais estratégico entre Bruxelas e Islamabad.



Com a eleição de um novo Presidente a 6 de Setembro, abre-se uma nova oportunidade para uma cooperação mais inteligente entre a União Europeia e os dirigentes paquistaneses. Uma cooperação que tenha em conta também os objectivos que a UE está a tentar alcançar, sem grande resultados, no Afeganistão.



Estamos perante um grupo de dirigentes muito frágeis mas que entendem as vantagens de um diálogo produtivo com a comunidade internacional, e em particular, com a União Europeia. Um diálogo que na verdade é necessário para que se estabeleça uma cooperação internacional efectiva nas áreas da segurança e do desenvolvimento. Um diálogo que, sem ofender o forte sentido de patriotismo dos paquistaneses, ajude a nova liderança a vencer as hesitações actuais, a maneira frouxa e pouco coerente como tem tratado com os extremistas.



Se isso não acontecer, veremos novas rebeliões de cariz marcadamente religioso surgirem naquelas partes do mundo.
publicado por victorangelo às 11:29

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