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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Amigos, amigos...

Amigos, amigos, Pedrinhos 'a parte.

 

Não são os Pedrinhos que separam os amigos, meu caro. Cada um, em política e' livre, pode optar por ser pau mandado, outra coisa, ou não.

 

Só não compreendo e' a escolha do reciclado cavalheiro para a candidatura 'a Câmara de Lisboa. Desde o famoso terramoto, dir-se-ia que Lisboa sempre foi uma cidade  atraída pelos desastres.

 

Civismo e prosperidade

O civismo faz parte da riqueza e do bem-estar de um país. Quem se pode sentir bem quando não há civismo? Quem se lança num negócio, num projecto de envergadura, quando a cultura geral e’ a de tentar enganar o parceiro?

 
Qualquer nação que tenha um nível de civismo baixo, em que não exista respeito pelos outros, confiança nas relações entre os cidadãos, altruísmo e um mínimo de dedicação `as causas comuns, e' um país condenado a ser pobre. Não atrai investimentos sérios, não projecta uma imagem que encoraje outros estados e as grandes corporações internacionais a entrar em parcerias de longo prazo, e' um país perdido na sua própria rede de interesses egoístas, vulnerável `a corrupção e a todo o tipo de aventureiros.
 
Onde se encontra Portugal, em termos de civismo?
 
Que se passa com o civismo dos portugueses?
 

Dois discursos, um certo pessimismo.

 

Num dos casos, temos uma liderança cansada, que espera apenas que o fruto do governo acabe por apodrecer e tombe da árvore. E’ a política do saber esperar, nada mais, apanhar o bastão do poder apenas por motivos de cansaço. Como digo muitas vezes, não são os partidos da oposição que ganham as eleições, mas os do governo que as perdem. E então, não resta outra solução senão convidar  o chamado partido da alternância a tomar conta da administração.
 
Tudo muito rotineiro, sem genica nem capacidade para tirar o país da cepa torta.
 
No outro caso, a justeza de certas reivindicações sociais, tem que se reconhecer. Mas sem alternativa, um pacote de propostas muito virado para o passado. A linguagem de outrora a reflectir um mundo que já passou. Faz um bocado de pena. E traduz bem o desespero de alguns dos nossos concidadãos, que não conseguem sair das dificuldades sociais em que se encontram. Dificuldades que são cada vez maiores. E que dizem respeito a um número crescente de cidadãos.
 
Uma vez mais aparece a imagem de um beco económico, social e político. Sem saída, como todos os becos.
 
Estamos um bocado num pântano, como diria certo presidente francês, há um ano atrás. Falava da França, e' verdade. Que diria se conhecesse a situação em que os portugueses se encontram?
 

Hillary Clinton

 

Na Convenção Democrática, um discurso que apoia sem reservas o candidato presidencial do Partido, um discurso com sentido patriótico e que fala directamente às pessoas, com base em casos concretos, vividos por muitos, sem ambiguidades, sem baixezas, sem ataques pessoais, nem contra os do seu campo, nem contra o candidato Republicano.

Deveria servir de exemplo a certos senhores amargurados do PSD, por exemplo.

Lideranças

Haverá quatro ou cinco anos, numa entrevista ao Diario de Noticias, citei o défice de liderança como sendo um dos principais problemas que Portugal afrentava. O ponto era que sem liderança efectiva a classe política não conseguiria levar a cabo as reformas que o futuro exige.

 

Deveria ter então acrescentado que uma liderança eficaz é a que sabe combinar três dimensões essenciais: uma visão estratégica, clara e fácil de explicar; uma ambição colectiva, partilhada, para o médio prazo, um projecto nacional; e uma vontade clara de mobilizar o maior número possível de parceiros sociais e políticos. 

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