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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Retiro

 

Copyright V. Ângelo

 

Estive recentemente nos Picos da Europa, nas Astúrias. Esta foi uma das muitas fotografias que a beleza das montanhas me inspirou.

 

Hoje, ao pensar na maneira como funciona a justiça em Portugal, lembrei-me que talvez não fosse uma má ideia voltar aos cumes e perder-me uns tempos por aí.

Um povo muito especial

 

Domingo de eleições. As listas eleitorais a crescer, que quem morre não é apagado. Com o tempo, e com a falta de seriedade que nos anima, teremos um caderno eleitoral nacional com mais gente do que o total da população residente. Somos, de facto, muito especiais.

 

 

Ultrapassar a média

 

Fica-se, muitas vezes, com a impressão que muitos Portugueses são simplesmente trapalhões, preguiçosos, estreitinhos e incompetentes. Esta parece ser uma das nossas características, quando temos as costas quentes e bons padrinhos políticos. Aliás, a cunha continua a ser, como já o fora no tempo do Salazar, o principal factor dos pequenos e grandes sucessos nas vidas de muitos de nós.

 

Junte-se uma pitada de manobrismo, para completar o quadro.

 

Também há os que são competentes, trabalhadores e bons líderes. Poderiam ser mais.

 

 

O desemprego e a ausência

 

 

A verdadeira face da crise traduz-se nos números crescentes do desemprego. Cada número esconde uma pessoa e em cada pessoa esconde-se um drama.

 

Uma política de combate à crise passa, antes de tudo, pelo incentivo à manutenção dos postos de trabalho e pela formação profissional para novos tipos de emprego. Só que, neste momento, não se entende qual é a política de emprego do governo. Qual é a estratégia. Apenas se observam reacções após os acontecimentos, uma reposta a reboque da crise. Sem capacidade de antecipação.  

 

Os centros de emprego e formação profissional são, por outro lado, buracos sem fundo, de funcionários afogados na sua própria inaptidão funcional. Um desespero, para quem tem que lidar com eles.

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