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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Fim de página

Uma noite serena na cidade velha de Riga. É sexta-feira à noite, está tempo seco, 14 graus, a juventude veio para o centro da cidade. Trata-se de hábito que surgiu após a queda da União Soviética. Dá prazer ver as pessoas a desfrutar a tranquilidade de uma capital bonita, limpa e bem restaurada. E ver a beleza desta juventude. Há muita gente muito bela.

 

Dei a ultima volta, depois de dezassete dias na cidade, pela urbe antiga. Amanhã, a direcção é Frankfurt e assim sucessivamente. 

 

Quando cheguei, no início desta estada, e voltei à Academia de Defesa da Letónia, o edifício cheirava a pintura fresca. De facto, embora tivesse sido pintado há um ano, voltaram a faze-lo agora, antes do começo do nosso exercício. Para que tudo esteja apresentável e para honrar quem vem de fora. Lembrei-me, então, da rainha de Inglaterra. Elizabeth II quando sai do palácio em visita a qualquer ponto do reino fica sempre com a impressão que a Grã-Bretanha cheira a tinta...Creio que achará, ao fim de tantos anos de reinado, que assim é. Na verdade, é penas um país pintado de fresco, antes da chegada da rainha. 

 

Em Portugal, como as coisas estão agora, penso que seria assobiada. E talvez levasse com uma lata de tinta na cara. Andamos com as estribeiras perdidas, diria gente com um pouco de bom senso...É ou não é verdade?

 

 

A imagem ou a eficácia?

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Estou de novo de viagem. E, enquanto espero, pois viajar é esperar, interrogo-me sobre a operação que está a decorrer em Toulouse, para capturar o terrorista.

 

É importante, num caso destes, apanhar o indivíduo vivo. Ele tem muito para "contar". Será que uma operação maciça, com uma forca excepcional de polícias especiais, é a melhor solução? É certamente muito espectacular, capta muitas imagens, dá a ideia de um presidente e de um Estado fortes, mas em termos da investigação e da prevenção, levanta muitas questões.

 

Não seria preferível uma intervenção mais discreta, esperar por ele à saída de casa, na rua, quando fosse comprar fósforos ou coca cola -- de certo não bebe vinho -- e abordá-lo então, de surpresa, vivo e capaz de falar sobre a sua rede de contactos? 

 

Veremos qual vai ser o desfecho. Mas a minha previsão é que estas coisas acabam sempre aos tiros. Sem mais questões, sem que se possa perceber melhor quem está por detrás, na próxima esquina, a preparar outras. 

 

 

Perspectivas

 

 

Copyright V. Ângelo

 

No primeiro dia do Ano Novo, que mais se pode fazer do que desejar um feliz 2012 a todos os que têm sido fiéis a este blog?

 

O blog vai continuar em 2012. O objectivo continua a ser o de contribuir para uma visão mais ampla do quotidiano. Em simultâneo, a minha escrita procura dar perspectiva ao que vai acontecendo. É, ao mesmo tempo, um prisma e um binóculo.

 

Nada mais. Não queiram ver neste exercício mais do que a simples convicção que é importante participar na vida pública, mas sem motivos egoístas, sem ganho pessoal.

 

Um bom ano. 

O futuro

Almocei ontem em Aveiro, junto do Mercado do Peixe. O serviço do restaurante era feito por jovens estudantes, os chamados empregos de Verão, durante as férias escolares.

 

A rapariga que tinha a responsabilidade da minha mesa vive a uma hora de autocarro de Aveiro. Com 16 anos, sai de casa no transporte das 09:00, para começar a trabalhar às 11:00. Volta a casa no autocarro que sai da cidade às 23:30. Sem queixumes, que esta é gente nova e corajosa, que quer ganhar algum, para não ser um peso demasiado grande para os pais. 

 

Pensei que com muitos jovens como ela, se houver um bom acompahamento escolar, Portugal pode ter futuro.

Os caminhos do mundo

 

 

Copyright V. Angelo

 


 

Volto dentro de dias a Lisboa. É a migração do verão, como certas aves.

 

A verdade é que não nunca terá sido fácil ser um bicho migratório. Mas assim é a vida. 

 

A propósito, parece que muitos jovens portugueses estão, novamente, a encarar a emigração como uma saída para o futuro. É, de facto, uma saída. 

Um dia sereno

 

 

Copyright V. Ângelo

 

Disse há pouco, a quem me quis ouvir, que o carrossel político português deu hoje provas de serenidade e de bom funcionamento das instituições da governação. São sinais positivos, que os nossos parceiros internacionais apreciam. E que o povo português reconhece.

 

Há, em especial, que saudar a eleição da deputada Assunção Esteves como Presidente da Assembleia da República. É uma escolha que dignifica Portugal. Como também foi apreciada a maneira como os diferentes grupos parlamentares exprimiram a sua satisfação com esta eleição.

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