Portugal é grande quando abre horizontes

27
Fev 13

Um senhor sargento no activo, líder da Associação Nacional de Sargentos (ANS), disse aos meios de comunicação social que “todos os cenários são possíveis e estão em cima da mesa”. Referia-se à contestação que ele e os seus associados – sargentos nas fileiras das Forças Armadas – estão a fazer à política de reforma do governo em matéria de defesa.

 

Isto, para mim, soa como uma ameaça de um militar contra o regime democrático. Ou pelo menos, é uma violação do estatuto especial que rege as forças armadas.  

 

Creio que a Chefia deste senhor não vai deixar passar estas afirmações em branco.

 

Caso contrário, estaríamos numa situação em que já nada teria sentido.

 

Também me parece ser contrário ao estatuto da condição militar, tantas vezes invocada pelos próprios, para que possam manter certas regalias, que a dita Associação bem como a Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) e a Associação de Praças (AP) tenham convocado, em conjunto, uma reunião, a ter lugar na semana que vem, “para definir formas de luta contra os cortes financeiros e de efectivos anunciados pelo ministro da Defesa”.

 

Estamos aonde?

 

publicado por victorangelo às 20:09

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