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Crescemos quando abrimos horizontes

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Tirar o porto de Lisboa

Estando prevista para amanhã ao fim do dia uma manifestação dos estivadores, penso que é altura de se começar a pensar no desenvolvimento a sério dos outros portos nacionais de mercadorias, em alternativa ao porto mercantil de Lisboa. Com o tempo, fará cada vez menos sentido ter um porto comercial no centro da cidade capital, com tudo o que isso implica de trânsito de camiões e de comboios de mercadorias, para além das questões estéticas e de ordenamento urbano. Essa zona ribeirinha deve ser aproveitada para a navegação de recreio, para os cruzeiros e para as actividades de lazer. A prazo, Setúbal, por exemplo, poderá receber uma boa parte do tráfego. Sem esquecer, claro, Sines e Leixões.

Terminais, de facto

Ninguém entende a decisão do governo de transformar a Trafaria, na margem sul do Tejo, quase em frente da Torre de Belém, no novo terminal de contentores, em substituição de Lisboa.

 

Que haja uma saída progressiva dos contentores das zonas de Lisboa em que hoje se encontram – Alcântara e Santa Apolónia – compreende-se. Que essas áreas se transformem em cais para cruzeiros e actividades conexas, tudo bem.

 

Mas, transformar a zona de colinas, pobre em infra-estruturas, de acesso difícil, que é a Trafaria num terminal que exige estradas amplas, acessos fáceis, plataformas logísticas, é ideia que só lembraria a quem não tem os pés assentes na terra. Sem contar que encher de cimento e pavilhões industriais uma zona muito visível do lado de Lisboa e que deveria, isso sim, ser reabilitada como uma área natural ou como uma zona residencial de nível, é uma visão pouco sofisticada do que deveria ser a renovação da paisagem urbana e natural da Grande Lisboa.

 

Por outro lado, por que não se investe mais em Leixões, que tão bem serve a Galiza, além do Norte de Portugal, em Setúbal, que pode servir a região de Lisboa, e em Sines, que poderá ser a porta de entrada e de saída para parte da Espanha e da Europa Ocidental?

Terras inseguras

 

Veja-se o que se passa na baixa de Setúbal, em termos de insegurança, para se perceber que o governo falhou na resolução de uma questão central da governação, a protecção dos cidadãos.
 

 Setúbal e' apenas um exemplo. Um mau exemplo, a mostrar uma falha maior.

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