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Crescemos quando abrimos horizontes

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A paz na Ucrânia: como chegar lá?

https://www.dn.pt/opiniao/a-paz-na-ucrania-uma-pergunta-a-espera-de-resposta-15768884.html

Este é o link para a minha crónica de hoje no Diário de Notícias. 

Cito de seguida umas linhas do meu texto. É costume proceder assim. 

"A conclusão é que estamos longe do início de um processo de paz. Antes pelo contrário, infelizmente. Putin acredita numa vitória militar e aposta no fator tempo: precisa de tempo para estar em vantagem. Ora, é exatamente isso que não lhe podemos oferecer. Se não há paz, se ninguém consegue mediar, tem de haver ação, movimento e rapidez, e a conjugação de todos os meios possíveis, incluindo o fomento de divisões e confusão no centro do poder russo."

A guerra como caminho para a paz

https://www.dn.pt/opiniao/apoiar-a-legitima-defesa-da-ucrania-e-o-melhor-caminho-para-a-paz-15727626.html

Este é o link para a minha crónica de hoje no Diário de Notícias.

Cito umas linhas de seguida. 

"Quem tem uma visão clara, sabe que a resolução da crise actual passa por dois marcos: a restauração das fronteiras da Ucrânia, de acordo com a ordem internacional, e o restabelecimento das relações de cooperação com o povo russo. O Ocidente não quer nem derrotar nem humilhar a Rússia. O que está em jogo é punir os criminosos de guerra e ajudar aquele grande país a construir a sua forma de democracia, que tenha em conta a multiplicidade étnica do seu imenso território e as liberdades fundamentais dos cidadãos."

Libertar os Leopardos

A decisão do Chanceler Olaf Scholz sobre os tanques Leopard 2 merece ser reconhecida, apesar da ter demorado algum tempo antes de ter sido tomada. E o facto de fornecer carros de uma geração mais moderna, a A6, tem também muito mérito.

Esta decisão vai libertar muitas outras dádivas que estavam na forja, a começar pela que virá da Polónia. Veremos, agora, qual será o número total de tanques que chegarão à Ucrânia. Esse é um dado importante.

O Kremlin irá reagir, mas penso que será sobretudo uma reação verbal. As forças armadas russas têm muitos problemas por resolver. E estão em disputa com os mercenários da Wagner. Estes, segundo certas fontes de informação, estão com dificuldades logísticas e com problemas humanos, pois perderam uma grande quantidade de combatentes nas últimas semanas, nas campanhas de Soledar e de Bakhmut. Mas, sobretudo, perderam influência junto de Vladimir Putin.

Lavrov perdeu a cabeça

A comparação que Sergey Lavrov fez entre o Holocausto e o apoio que certos países estão a fornecer à Ucrânia, para que se possa defender da agressão russa, é simplesmente inaceitável. Ninguém quer destruir a Rússia ou acabar com os russos. Pede-se-lhes, apenas, que se retirem dos territórios que pertencem à Ucrânia e que assumam a responsabilidade dos crimes de guerra entretanto cometidos.

A entrada no Ano Novo

https://www.dn.pt/opiniao/olhar-para-2023-de-modo-diferente-15605739.html

Este é o link para o meu texto de hoje no Diário de Notícias. Insisto em dois pontos, quando olho para 2023: pensar numa nova maneira de fazer a gestão da paz e obrigar a Rússia a assumir as suas responsabilidades; lembrar que temos de trabalhar diplomaticamente com a China, com muita habilidade e tendo bem presente os interesses de cada parte. 

Cito umas frases do texto de hoje: 

"Mais, o prolongamento da campanha russa traz consigo o risco, acidental ou deliberado, de pegar fogo à Europa Ocidental e mais além. Razão muito forte pela qual este tem de ser o ano de uma iniciativa de paz, liderada pelos europeus e em colaboração com os EUA e a China, entre outros.

 

Sim, com a China, mas não com os BRICS, que são uma estrutura cheia de problemas internos -- Brasil, África do Sul -- e de rivalidades entre a Índia e a China. E o relacionamento com a China não prejudica necessariamente a aliança entre os europeus e os norte-americanos, nem contradiz o apoio que temos o dever de continuar a fornecer à Ucrânia. A complexidade do conflito exige uma maneira criativa de intervir na sua solução."

Mensagens de Natal

No Dia de Natal, na nossa cultura, fala-se e deseja-se paz. É isso que esperamos que aconteça na Ucrânia, tão brevemente quanto possível.

Também se deve falar de justiça. Este conceito tem várias dimensões. No caso da guerra, significa que não se pode de modo algum tratar o agressor em pé de igualdade com a agredido. Um agressor é um criminoso. É assim que deve ser visto e tratado. Não se oferecem garantias a um criminoso, para além das previstas num julgamento legítimo e processualmente correcto. Mas o criminoso, uma vez reconhecido culpado, deve ser punido.

Um Chefe de Estado não tem imunidade quando se trata de crimes de guerra, de crimes contra a humanidade, de actos de genocídio. Quando se negociou com Adolf Hitler em 1938, abriu-se a porta a uma nova onda de violência. Essa foi uma das lições aprendidas há oito décadas. Seria um erro esquecê-la.

Zelensky em Washington

A visita do Presidente Zelensky a Washington foi um grande sucesso político. O presidente soube cativar a classe política e a opinião pública americanas e mostrar que é um líder corajoso e sincero. Não há dúvidas que ficará na história destes tempos e que será mencionado como uma referência.

O plano de paz que propôs, que é uma adaptação ligeiramente modificada do que apresentara na última reunião do G20, tem toda a legitimidade, mas não tem qualquer hipótese de servir de base para uma negociação com os russos. A impressão que fica é clara: a guerra irá continuar. Infelizmente. Nem a pressão chinesa sobre o Kremlin vai dar resultado.

 

O pobre diabo e uma televisão sem critério

O Agostinho diz que o ministério da defesa do Reino Unido é um circo de comediantes. E o canal televisivo que lhe dá guarita cala-se, aceita sem pestanejar esta afirmação que só pode vir de um destravado mental ou de então de um pobre doente autista. Ou então, é o canal de televisão que anda à deriva, aceitando todas as parvoeiras que passam pelos miolos de um”estratega” que aprendeu estratégia entre o Largo do Carmo e o Chiado e que tem uma memória própria de um autista. 

Vladimir Putin está de visita a Minsk

A visita de Vladimir Putin a Minsk na Bielorrússia parece uma repetição do que aconteceu há um ano, quando, a pretexto de exercícios militares, estava a preparar a invasão da Ucrânia. É muito possível que se realize uma nova investida russa de grande envergadura contra Kyiv em fevereiro de 2023. Os indícios disponíveis mostram que essa possibilidade existe. Poderá ser um erro considerar que Putin quer apenas capturar os quatro oblasts situados no Leste e que foram formalmente – uma formalidade que não tem qualquer valor legal Internacional – declarados como territórios russos.

 

 

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