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Vistas largas

Crescemos quando abrimos horizontes

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Crescemos quando abrimos horizontes

Olhar para fevereiro com espírito combativo

Janeiro está a acabar. Foi um mês de grandes dificuldades, quer internas quer na cena internacional. Um período que nos rodeou de experiências que considerávamos passadas, de outros tempos. Más experiências. Mas também nos trouxe alguns desenvolvimentos positivos. Penso, de imediato, nos progressos conseguidos na área das vacinas – aqui a grande questão que temos pela frente é a logística, que tem de ver com a produção, distribuição e aplicação da vacina. Na tomada de posse de Joe Biden. Na lição democrática que foi a eleição presidencial no nosso país. Na luta pela democracia na Rússia.

Lembro isto porque creio que é fundamental não perder a esperança de vista.

O mês de fevereiro vai certamente ser um tempo de imensas incertezas. Mas há que olhar em frente com prudência e optimismo. E não entrar em discussões estéreis. Nem deixar que os especialistas das teorias da conspiração definam a agenda.

É também o momento de pensar em grandes mobilizações nacionais. Não podemos enfrentar os problemas se continuarmos fragmentados e com cada um a atacar o grupo da porta ao lado. O sentido de comunidade é hoje mais necessário do que nunca. Cabe aos líderes trabalhar nessa direcção, procurar focalizar os esforços colectivos no que é verdadeiramente importante.

Alguns miúdos ainda andam por aí a falar do que nos divide, dos bons e dos maus que vivem entre nós, do nosso campo contra o deles, e assim sucessivamente. Perante isso, dizia esta manhã que quem pensa na política à moda dos arruaceiros acaba por ter os votos dos primários e dos radicais de toda a raiva. Acaba, também, por muitas intenções boas que tenha, por acrescentar mais confusão à confusão existente. Ora, isso não é aceitável. Este não é período para novas e continuadas confusões. É, sim, um período de construção de uma frente comum, que nos permita avançar à medida que os dias e as semanas passem.

 

A nova era no Japão

Segui com algum cuidado a transição que acaba de ter lugar no Japão, do Imperador Akihito para o seu filho, o agora Imperador Naruhito.

Apesar da distância cultural que nos separa do Japão, este acto político deve fazer-nos reflectir. É, também, uma fonte de inspiração quando se pode observar uma outra prática do exercício do poder e do simbolismo. Sobretudo, quando o principal objectivo é o de assegurar a unidade nacional e o orgulho colectivo, que é indispensável para que haja optimismo e se possa acreditar no futuro.

As palavras que utilisarei, para resumir a transição que agora ocorreu e que tem uma importância enorme para a população japonesa, são cinco:

Simplicidade.

Brevidade.

Tradição.

Cerimonialismo

Elegância.

Mais ainda. O Primeiro Ministro Shinzo Abe discursou esta manhã, durante menos de dois minutos, para reconhecer a autoridade do novo Imperador. Referiu-se apenas a três ideias-chave, cuja menção me parece igualmente relevante. Unidade nacional. Paz internacional. Florescência da cultura japonesa. Três objectivos que cabem bem no novo período imperial, que procura combinar harmonia com beleza (Reiwa).

Em matéria política e de liderança, foi uma lição. Que aqui partilho.

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